Estudantes de Medicina preparam manifestação na fronteira

sudamericanaFalta de diálogo, aumento de mensalidade sem aviso prévio e carteira universitária com validade duvidosa provoca crise entre faculdade e estudantes de medicina 

Lile Corrêa*

Na tarde desta quarta-feira (30/11) acadêmicos brasileiros que estudam Medicina em Pedro Juan Caballero na fronteira seca com Ponta Porã (MS) informaram que apresentaram uma “pauta” de reivindicações a direção da Faculdade Sudamericana, que por não terem sido atendidas será feita uma manifestação publica em frente a universidade as 10h de sexta-feira (02/12).

O porta voz dos acadêmicos mencionou ao Jornal Che Fronteira via rede social Whats App que “Nosotros alunos de lá facultad sudamericana no intentamos hacer vandalismo o baderna. Pero si estabelecer com lá facultad una relacionados de diálogo, pero hay much a la direcioas dificultad en lo aceso a lá direcion de lá misma”. Ele acrescentou ” Son dificultad en
Falta de postura con los alunos. Toman decisiones sin participar Al todo”.

Em áudio enviado à Radio Líder FM 104,9 os acadêmicos denunciam “Nós alunos da Faculdade Sudamericana estamos em desaprovação com várias coisas que tem acontecido com os estudantes que vem do Brasil e vem estudar aqui na fronteira, começando pelo descaso e omissão de diversos diretores de faculdades, que não tratam com devido respeito os alunos e que cobram muito deles, e todos nós sabemos os nossos deveres e responsabilidades, já estamos aqui ha três anos e já chega desse descaso com os estudantes”. O acadêmico afirmou que “não são apenas os estudantes da Sudamericana, os estudantes das outras faculdades que também estão em descontentamento, principalmente como acontecem as coisas na faculdade como aumento de cotas com valores exorbitantes, sem a apreciação dos alunos, sem perguntarem o que é bom ou ruim para os alunos, porque os alunos mantem as faculdades e elas andam de acordo com os alunos”.

O líder estudantil D.E.O.A mencionou que “precisamos melhorar o laboratório de informática, sistema de informações, precisamos melhorar o acesso das carteirinhas que tenham o compromisso de vigorar como a UNE no Brasil, nossas carteirinhas não tem valor e serventia nenhuma, foi cobrado uma taxa pelas carteiras que fora feitas em novembro e vão vencer em fevereiro de 2017, a carteira vai valer por dois meses o que configura propaganda enganosa”.

Finalizando o líder estudantil garantiu que “não estamos aqui para falar mal dos diretores ou de qualquer faculdade, mas queremos mostrar uma frente unica dos estudantes para nos alicerçar para ter vez e voz andarmos juntos, pois é a faculdade em que nos estamos e queremos melhora-la”.

 

 

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Lile Corrêa

Jornalista, Radialista e Recordista Bi-Mundial incluso no Guinness Book