Clube de Imprensa

04 de Maio – Dia Internacional do Bombeiro , Dia de Star Wars e Santa Antonina de Nicéia

O dia internacional do Bombeiro se comemora em 4 de maio, por ser o dia do padroeiro da profissão, São Floriano, que foi um oficial romano que criou um grupo em sua Legião especializado em combater incêndios, sendo o primeiro grupo e chefe de bombeiros que se tem registro, ele foi condenado a morte por perseguição religiosa em sua época, sua execução junto a 40 de seus homens foi por afogamento, essa ligação com a água ajudou a reforçar sua imagem como padroeiro dos Bombeiros.

Tradicionalmente no Brasil, o dia nacional do Bombeiro está associado a data de leis como 12 de janeiro em alusão a lei 11901 que regulamenta a profissão de Bombeiro Civil e o dia 2 de julho alusivo ao Corpo de Bombeiros provissório da corte de Don Pedro II.

O “IFFD Internacional Firefighters’ Day, May 4th”, ganhou mais visão no Brasil no ano de 2013, recebendo adesão do CNBC – Conselho Nacional de Bombeiros Civis – Brasil, que se dispôs oficialmente junto a entidade internacional para promover o IFFD no Brasil e também para auxiliar nos países de língua portuguesa. Movimento que podemos tratar no Brasil como “Dia Internacional do Bombeiro, 4 de maio”.
A História do Dia Internacional do Bombeiro 4 de maio.

O primeiro dia Internacional do Bombeiro foi em 1999, a data foi escolhida após amplo debate internacional, pesado o fato de já ser esta a data comemorada há quase dois séculos em países da Europa e na Austrália.
A iniciativa para o IFFD partiu de JJ Edmondson (“JJ” de Julie Jane) Bombeira voluntária em Victória, cidade da Austrália.
JJ Edmondson foi motivada por uma tragédia em seu país, de comoção internacional, quando cinco Bombeiros que combatiam um incêndio florestal morreram quando uma mudança de vento repentina fez com que o caminhão onde estavam fosse cercado pelas chamas.

Esta tragédia alertou o mundo para os riscos da profissão, e a grande quantidade de Bombeiros que morrem todo ano em todo mundo no exercício da profissão ou por complicações adquiridas deste exercício.

Em uma galáxia muito, muito distante, há um dia em que tanto os Jedi quanto os Sith deixam de lado suas diferenças, um dia em que toda a Força se une.

É 4 de maio, Dia de Star Wars, uma data sagrada para os amantes da saga. Uma celebração interplanetária que homenageia a icônica franquia de filmes criada por George Lucas.

Criação ou coincidência?

Imagen creada con AI que muestra a Darth Vader con sus Stormtroopers

Embora não seja oficial, acredita-se que o Dia de Star Wars tenha sua origem em um jogo de palavras engenhoso entre a frase mais emblemática da franquia e esta data.

Santa Antonina de Nicéia, martirizada com ferros em brasa por ser cristã

Origem do nome

Antonina é o feminino do antigo nome latino Antonius, derivado, provavelmente, do grego Antionos, que significa “nascido antes”. É um dos nomes mais difundidos entre os povos latinos, que ganhou muitos adeptos entre os cristãos. Mas, antes de Cristo, era muito comum também.

Morte

A mártir Antonina morreu em Nicéia, na Bitínia, atual Turquia, no final do século III. No Martirológio Romano, ela foi citada três vezes: dia 1o de março, 4 de maio e 12 de junho, e cada vez de maneira diferente, como se fossem três pessoas distintas. Vejamos o porquê.

Calendários Litúrgicos

No século XVI, o cardeal e bibliotecário do Vaticano, César Baronio, unificou os calendários litúrgicos da Igreja, a pedido do papa Clemente VIII, com os santos comemorados em datas diferentes no mundo cristão. A Igreja dos primeiros séculos foi exclusivamente evangelizadora. Para consolidar-se, adaptava a liturgia e os cultos dos santos aos novos povos convertidos. Muitas vezes, as tradições se confundiam com os fatos concretos, devido aos diferentes idiomas, mas assim mesmo os cultos se mantiveram.

Homenagens 

O trabalho de Baronio foi chamado de Martirológio Romano, uma espécie de dicionário dos santos da Igreja de Cristo de todos os tempos. Porém ele, ao lidar com os calendários egípcio, grego e siríaco, que comemoravam santa Antonina em datas diferentes, não se deu conta de que as celebrações homenageavam sempre a mesma pessoa. Isso porque o nome era comum e os martírios, descritos de maneira diversa entre si.

Os calendários

O calendário grego dizia que ela foi decapitada; o egípcio, que foi queimada viva; e o siríaco, que tinha morrido afogada. Mais tarde, o que deu luz aos fatos foi um código geronimiano do século V, confirmando que apenas uma mártir tinha morrido, em Nicéia, com este nome.

Denunciada como cristã

Antonina sofreu o martírio no século IV, durante o governo do sanguinário imperador Diocleciano, na cidade de Nicéia. Ela foi denunciada como cristã, presa e condenada à morte. Mas antes a torturaram de muitas maneiras. Com ferros em brasa, queimaram e as mãos e os pés dela. Depois, foi amarrada e colocada numa pequena cela com o chão forrado de brasas, onde ficou por dois dias.

Não renegou a fé

Voltando ao tribunal, não renegou sua fé. Foi, então, fechada dentro de um saco e jogada no fundo de um lago pantanoso na periferia de Nicéia. Era o dia 4 de maio de 306, data que foi mantida para a veneração de santa Antonina, a mártir de Nicéia.

Santa Antonina, rogai por nós!

Outros santos e beatos que a Igreja faz memória em 04 de maio:

  •    Em Cirta, na Numídia, hoje Constantine, na Argélia, a comemoração dos santos mártires Agápio e Secundino, bispos, que, durante a perseguição do imperador Valeriano, na qual se incitava mais veementemente o furor dos gentios para pôr à prova a fé dos justos, os ilustres sacerdotes, depois de longo exílio nesta cidade, tornaram-se gloriosos mártires. Com eles padeceram os santos Emiliano, soldado, Tertula e Antónia, sagradas virgens, e uma mulher anónima com os seus dois filhos.(† 258/259)   
  • Em Niceia, na Bitínia, hoje İznik, na Turquia, Santa Antonina, mártir, que, torturada barbaramente e atormentada por vários suplícios, depois três dias pendurada e ainda dois anos presa no cárcere, finalmente, por ordem do governador Prisciliano, foi queimada na fogueira pela sua confissão de fé no Senhor.(† s III/IV) 
  • Em Lorch, no Nórico Ripense, na actual Alemanha, São Floriano, mártir, que, no tempo do imperador Diocleciano, por ordem do prefeito Aquilino, foi lançado da ponte ao rio Enns com uma grande pedra ao pescoço.(† 304)
  •  Nas minas de Fenon, na Palestina, onde estavam condenados, a paixão dos santos mártires Silvano, bispo de Gaza, e trinta e nove companheiros, que, durante a mesma perseguição, por ordem do imperador Maximino Daïa foram decapitados e alcançaram o glorioso martírio.(† c. 304)   
  • Em Varsóvia, na Polónia, o Beato Ladislau de Gielniow, presbítero da Ordem dos Menores, que pregou com extraordinário zelo a Paixão do Senhor e a celebrou com piedosos hinos.(† 1505)   
  • Em Londres, na Inglaterra, os santos presbíteros mártires João HoughtonRoberto Lawrence e Agostinho Webster, priores das Cartuxas de Londres, Bellavale e Haxholmie, e Ricardo Reynolds, da Ordem de Santa Brígida, que, por professarem intrepidamente a fé recebida dos santos Padres, foram arrastados ao suplício do esquartejamento no patíbulo de Tyburn durante o reinado de Henrique VIII. Com eles, também o Beato João Haile, pároco de Isleworth, junto da cidade, foi enforcado no mesmo patíbulo.(† 1535) 
  • Em Tréveris, na Alemanha, o Beato João Martinho Moyë, presbítero da Sociedade das Missões Estrangeiras de Paris, que na Lorena instituiu a Congregação das Irmãs da Providência e na China o Instituto das Virgens Docentes e, expulso da pátria no tempo da Revolução Francesa, trabalhou sempre ardorosamente animado pelo zelo das almas.(† 1793)Fontes:
  • Martirológio Romano
  • Santie Beat
  • Pia Sociedade Filhas de São Paulo Paulinas

– Pesquisa e Redação: Ronaldo Pires