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05 de Dezembro – Dia Mundial do Solo, Dia do Médico de Família e São Martinho

Dia Mundial do Solo é celebrado em 5 de dezembro.

A criação desta data visa fazer todas as pessoas refletirem sobre o modo como tratam a terra, além de lembrar quais os diversos benefícios do solo para a vida.

O solo é essencial para proporcionar a alimentação humana; conservar a biodiversidade; reduzir o impacto das mudanças climáticas; criar agroenergia; sustentar construções; proteger águas subterrâneas e superficiais; entre outras funções.

No Brasil, o solo ainda é alvo de debate em outras datas: Dia Nacional da Conservação do Solo (15 de abril) e Dia Internacional da Mãe Terra (22 de abril).

Origem do Dia Mundial do Solo

Esta data foi criada pela Sociedade Internacional de Ciência do Solo (IUSS), durante o XXVII Congresso Mundial de Ciência do Solo, em Bangkog, na Tailândia, em 2002.

Na ocasião, a escolha do dia 5 de dezembro como data para esta celebração é uma homenagem ao Rei da Tailândia, Bhumibol Adulyadej, conhecido pelo seu trabalho de preservação do solo e de apoio às questões ambientais.

Para oficializar a data, a Assembleia Geral das Nações Unidas, em 20 de dezembro de 2013, aprovou através da Resolução nº 68/232 o dia 5 de dezembro como Dia Mundial do Solo.

Esta data é incentivada anualmente por diversos órgãos de proteção ambiental, com destaque para a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).

Dia Internacional do Voluntário (ou Dia Internacional do Voluntariado) é celebrado anualmente em 5 de dezembro.

Esta data foi criada com o intuito de desenvolver o espírito de solidariedade nas pessoas, que são convidadas a colaborar com o desenvolvimento sustentável do planeta a partir de inúmeras ações.

O Dia do Voluntário foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) desde 1985. Os voluntários são aquelas pessoas que têm espírito cívico e interesse por ajudar a construir uma sociedade melhor, dedicando para isso parte do seu tempo em trabalhos sociais, sem receber qualquer tipo de remuneração por isso.

Tendo como meta os Objetivos do Milênio, definidos pela ONU em 2000, os voluntários atuam de modo a diminuir a extrema pobreza e a fome, garantir o ensino básico para todos, promover a igualdade entre os sexos, reduzir a mortalidade infantil, garantir a sustentabilidade ambiental, entre vários outros objetivos.

Dia Nacional do Voluntário

No Brasil, o Dia do Voluntário também é celebrado em 28 de agosto, data esta conhecida como Dia Nacional do Voluntariado, e instituída através da Lei nº 7.352, de 28 de agosto de 1985.

O aniversário de Maceió, capital do estado de Alagoas, é comemorado anualmente em 05 de dezembro. Isso porque a cidade foi fundada em 05 de dezembro de 1815.

Neste dia ocorreu a separação entre a Vila de Santa Maria Madalena da Alagoas do Sul (atual Marechal Deodoro) e a Vila de Maceió.

História de Maceió

Desde o século XVIII, existia na região o Engenho Massayó, cujo nome do proprietário não ficou na história.

Igualmente, como ali havia muitas praias, o porto de Jaraguá se expandia com o comércio de pau de brasil e a chegada de africanos escravizados.

O povoado foi crescendo ao redor da capelinha de Nossa Senhora dos Prazeres, hoje a padroeira da cidade, e tornou-se numa das maiores capitais do nordeste com mais de um milhão de habitantes.

Capital de Alagoas

É importante lembrar que o atual estado de Alagoas fazia parte da Capitania de Pernambuco e tinha denominação de Alagoas do Sul. Somente com a Revolução Pernambucana de 1815, as terras formariam uma província independente e Maceió seria elevada à Vila.

A designação como capital ocorreu dois anos depois e a cidade não parou de crescer atraindo gente do campo e de outros estados brasileiros.

Atualmente, Maceió vive especialmente do turismo e foi apelidada de “Caribe brasileiro” pela beleza de sua natureza.

O dia 5 de dezembro traz duas datas comemorativas; “O Dia Internacional do Voluntário” e o “Dia Nacional da Pastoral da Criança”. O Dia Internacional do Voluntário foi criado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1985 para incentivar o voluntariado. Já o “Dia Nacional da Pastoral da Criança” foi instituído pela Lei 11.583 de 2007 para celebrar esse Organismo de Ação Social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) fundado em 1983 e que presta assistência a crianças por meio de líderes voluntários de suas comunidades.

Nesta terça-feira (5/12) é comemorado o Dia Nacional do Médico de Família e Comunidade, um profissional extremamente importante para a Atenção Primária à Saúde (APS). O motivo é que aproximadamente 85% das queixas dos pacientes podem ser resolvidas pelo médico de família – os demais são encaminhados para outras especialidades.

Mas, qual é, exatamente, o diferencial desses profissionais? No Brasil, é comum haver uma confusão entre médico de família e clínico geral, mas tratam-se de funções diferentes, embora complementares. Enquanto o segundo trata especificamente da doença, o primeiro tem o foco na pessoa. Ou, como define a médica de família do SUS em Florianópolis (SC) Fernanda Melchior, “a clínica geral é pontual, e a medicina da família é longitudinal”. Isso significa que o paciente é acompanhado durante todas as fases da vida, “do nascer ao morrer”. Também é preciso lembrar que o médico de família tem uma formação específica: a residência em medicina da família.

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A Lei nº 10.098, criada no início do ano 2000, foi a primeira totalmente voltada à acessibilidade. A visão era quebrar barreiras no dia a dia, fossem elas urbanas, arquitetônicas, nos transportes ou na comunicação. O objetivo era garantir a autonomia das pessoas com deficiência e oportunidade para todos.

Quatro anos mais tarde, em 2004, o Decreto nº 5296 reforçou o que essa Lei já dizia a respeito do atendimento prioritário, projetos arquitetônicos e urbanísticos acessíveis, acesso à comunicação e informação. Além disso, as normas técnicas da ABNT foram novamente utilizadas como parâmetros de acessibilidade a serem seguidos. Todos esses parâmetros estão reunidos no manual da ABNT 9050, que tem como foco a acessibilidade em projetos, construções, instalações e adaptação de edificações.

São Martinho de Dume, bispo

Origens
São Martinho de Dume nasceu na Panônia, atual Hungria, em 518. Ainda jovem, dirigiu-se para o Oriente, onde professou uma vida regular: estudou a língua grega e outras ciências eclesiásticas, em que muito cedo se distinguiu, até ser classificado, por Santo Isidoro, como ilustre na Fé e na Ciência. Gregório de Tours também o considerou um entre os homens insuperáveis do seu tempo.

O Retorno à Europa
Retornando do Oriente, dirigiu-se à Roma e França, onde travou conhecimento com as personagens mais eminentes em saber e santidade. Sobretudo, quis visitar o túmulo do seu homônimo e compatriota, São Martinho de Tours, que, desde então, considerava como seu patrono e modelo. Foi nesta época que São Martinho de Dume se encontrou com o rei dos Suevos, Charrarico, ao qual acompanhou para o noroeste da Península Ibérica, em 550. Ali, onde com restos do gentilismo e bastante ignorância religiosa se espalhara o Arianismo.

O Apostolado
Para acorrer a tantos males, não tardou Martinho em planejar e colocar em andamento seu vigoroso apostolado. Num mosteiro, edificado pelo mesmo rei, em Dume, ao lado de Braga, assenta o grande apóstolo dos suevos suas instalações como escola de monaquismo e base de irradiação catequética e missionária. A igreja do mosteiro é dedicada a São Martinho de Tours e foi sagrada em 558. O seu abade foi elevado ao episcopado pelo Bispo de Braga, já em 556, em atenção ao seu exímio saber e extraordinário zelo e santidade.

São Martinho de Dume: Padroeiro da Arquidiocese de Braga

Concílio de Braga
Com a subida ao trono do rei Teodomiro, em 559, consumava-se o regresso dos Suevos ao Catolicismo, deixando o Arianismo. Ilustre por tão preclaras prerrogativas, passa Martinho para a Sé de Braga, em 569, quando o Catolicismo nesta região gozava já de alto esplendor, o que tornou possível o 1° Concílio de Braga, em 561, no pontificado de João III. Em 572, foi Martinho a alma do 2° Concílio de Braga. Nesta altura, escreveu ele: “Com a ajuda da graça de Deus, nenhuma dúvida há sobre a unidade e retidão da fé nesta província”.

As Obras
São Martinho de Dume não esqueceu da importância e eficácia do apostolado da pena. Deixou assim várias obras sobre as virtudes monásticas, bem como matérias teológicas e canônicas.

Páscoa
Faleceu em 20 de março de 579, e foi sepultado na catedral de Dume. Desde 1606, as suas relíquias estão depositadas na Sé de Braga. Compusera para si, em latim, o seguinte epitáfio sepulcral, em que mostra a veneração que dedicava ao santo Bispo de Tours: “Nascido na Panônia, atravessando vastos mares, impelido por sinais divinos para o seio da Galiza, sagrado Bispo nesta tua igreja, ó Martinho confessor, nela instituí o culto e a celebração da Missa. Tendo-te seguido, ó Patrono, eu, o teu servo Martinho, igual em nome que não em mérito, repouso agora aqui na paz de Cristo”. Desde o ano de 1985, passou a ser padroeiro principal da arquidiocese de Braga.

Minha oração

“Grande condutor da Igreja, nesses tempos tão difíceis de apostasia e perda de valores, nós te rogamos que nos ajude a vencer todas as batalhas da atualidade, as tentações e provocações do inimigo. Que o Senhor nos conceda, por seu intermédio, a amizade divina. Amém.”

São Martinho de Dume, rogai por nós!