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13 de Maio – Dia de Nossa Senhora de Fátima, Dia do Automóvel e Dia do Zootecnista

Dia do Automóvel (também conhecido como Dia do Automóvel e da Estrada de Rodagem) é comemorado no dia 13 de maio e existem várias teorias de porque é celebrado nessa data.

A data foi criada no ano de 1934 por Getúlio Vargas, que assinou o Decreto no 24.224, de 11 de maio de 1934.

Origem do Dia do Automóvel

Uma das versões afirma que a data seria uma homenagem a Bertha Benz, esposa de Karl Benz, um dos criadores do primeiro carro para venda do mundo, o Benz Patent-Motorwagen – ou Motorcar.

Outra versão é de que a data comemoraria a produção do Belcar, tido como o primeiro carro de passeio brasileiro. O modelo da Vemag – Veículos e Máquinas Agrícolas S.A. teria motor 1.0 de dois tempos com bloco da também verde-amarela Sofunge. A unidade número um do automóvel teria saído da linha de produção em 1958, ou seja, 24 anos depois do decreto de Getúlio Vargas.

Uma terceira hipótese é a abertura da primeira estrada pavimentada do Brasil. A rodovia que liga a cidade do Rio de Janeiro a Petrópolis, com cerca de 66 quilômetros, foi inaugurada em 13 de maio de 1926.

Dia do Zootecnista é celebrado em 13 de maio.

Esta data é uma homenagem ao profissional que se dedica em estudar e pesquisar métodos de potencialização da produção animal e vegetal com qualidade, sem prejudicar o meio ambiente, o bem-estar dos animais e a satisfação dos consumidores finais.

O Dia do Zootecnista é comemorado em 13 de maio em homenagem a data da primeira aula do curso de Zootecnia ministrado no Brasil: 13 de maio de 1966, no estado do Rio Grande do Sul.

Oficialmente, a profissão de zootecnista só passou a ser regularizada no país a partir do decreto de lei nº 5.550, de 4 de dezembro de 1968.

A Zootecnia é, literalmente, a “arte do animal” (palavra formada a partir dos radicais gregos zoon, que significa “animal”, e techne, que quer dizer “técnica” ou “arte”.

Dia da Fraternidade é celebrado anualmente em 13 de maio no Brasil.

Também conhecido como Dia da Fraternidade Brasileira, esta data celebra um dos valores mais importantes para manter a união e paz numa sociedade: a fraternidade.

A ideia da fraternidade está baseada no conceito de que todos os seres humanos são iguais e, neste sentido, devem ser tratados igualmente com dignidade e respeito.

Assim, a fraternidade faz com que todos os seres humanos sejam igualados ao status de irmãos, devendo possuir direitos iguais, independente da orientação sexual, etnia, religião ou classe econômica.

E neste contexto, o Dia da Fraternidade procura alertar as pessoas para as desigualdades que ainda existem no mundo.

A nível internacional, o Ano Novo (Reveillon) também é conhecido como Dia da Fraternidade Universal, celebrado em 1º de janeiro.

Origem do Dia da Fraternidade Brasileira

O Dia da Fraternidade Brasileira foi criado a partir da Campanha da Fraternidade, criada em 1961 por três padres responsáveis pela Cáritas Brasileira, uma organização humanitária da Igreja Católica.

Oração para o Dia da Fraternidade

“Senhor, reunidos agora em oração, queremos proclamar a nossa fé, reafirmar nossa esperança e renovar o compromisso de, juntos, nos empenhar na construção de uma sociedade fraterna. Cremos que o mundo foi feito para todos, que todos os homens são vossos filhos e que todos merecem um lugar ao sol. Cremos também que deste ao homem a tarefa de aperfeiçoar a vossa obra e fizeste do trabalho a grandeza do homem. Sabemos também que o mundo não está sendo organizado conforme o vosso projeto, pois uma grande parte da humanidade não tem voz e nem vez.  

Não há justiça, falta trabalho e não há pão para todos. É por isso que pedimos perdão. Perdão pelos nossos pecados e pelos pecados da humanidade toda. Neste momento de oração comunitária reafirmamos a nossa esperança em dias melhores e num mundo fraterno, no qual haja trabalho, pão e justiça para todos. Ilumina a nossa inteligência, fortalece o nosso espírito de luta, ampara nossa fraqueza e concede-nos viver e trabalhar pela fraternidade. Amém”.

Dia do Chefe de Cozinha é celebrado anualmente em 13 de maio.

Cozinhar é uma arte! As pessoas que se dedicam a preparar deliciosos pratos são mais do que profissionais, são artistas!

Criatividade, paciência e empenho são algumas das características essenciais para a formação de um bom chefe de cozinha.

Além das técnicas, o chefe de cozinha deve ter a sensibilidade necessária para adaptar as receitas de acordo com a ocasião.

Atualmente, os chefes de cozinha atuam em diversos locais, como hotéis, restaurantes, escolas ou em qualquer outro estabelecimento em que seja necessária uma cozinha.

Para atuar como chefe de cozinha, o profissional deve fazer um curso de Gastronomia e constantes formações, com atualizações sobre as técnicas e truques gastronômicos.

Origem do Dia do Chefe de Cozinha

Esta data foi criada através da Associação Brasileira da Alta Gastronomia (ABAGA), em 1999. O intuito era de homenagear o ato e o prazer de cozinhar.

Esses profissionais ainda são homenageados, a nível mundial, em 20 de outubro, quando se comemora o Dia Internacional do Chef de Cozinha.

Dia 18 de maio se comemora o Dia Mundial do Coquetel, data emblemática da coquetelaria mundial.

2024 vem sendo um ano de ampliação no negócio de bebidas e na mixologia com continua inovação nas tendências e coquetéis. Mas os clássicos nunca saem de moda e juntam-se às novas criações de uma geração de talentosos bartenders.

Para celebrar história e atualidade, nada melhor que aproveitar o Dia Mundial do Coquetel e erguer as taças para os mixologistas de todo o mundo, e dizendo: “Saúde”!

O Dia da Abolição da Escravatura é celebrado em 13 de maio no Brasil.

Esta data comemora o fim da escravidão no Brasil oficialmente através da Lei Áurea, sancionada em 13 de maio de 1888. Quem assinou a Lei da Abolição da Escravatura foi Princesa Isabel, princesa imperial do Brasil.

Não se trata de feriado nacional, sendo esta condição revogada através da Lei nº 19.488, em 15 de dezembro de 1930, pelo ex-presidente Getúlio Vargas.

Abolição da Escravatura no Brasil

O Brasil foi o último país livre da América a abolir totalmente a escravatura, praticada no país desde o período colonial até ao fim do Império, o que durou quase 400 anos.

A maior parte dos escravos era proveniente do continente africano, mas uma parte da população indígena brasileira também foi escravizada.

Os escravos eram usados para todo tipo de trabalho, desde os domésticos passando pela agricultura, mineração e pecuária.

O movimento abolicionista criou força no Brasil durante o século XIX com o intuito de se libertar do domínio português e extinguir o trabalho escravo.

Lei pra libertação dos escravos

O processo de abolição da escravatura no país ocorreu gradualmente. A Lei Áurea, que pretendia acabar de forma definitiva com a escravidão no Brasil, foi precedida por uma série de outras leis, que libertaram as pessoas escravizadas pouco a pouco e sem indenização.

  • Lei Eusébio de Queirós (1850): proibição do tráfico de escravos em “navios negreiros” vindos da África;
  • Lei do Ventre Livre (1871): filhos de escravos não seriam considerados escravos a partir desse ano;
  • Lei dos Sexagenários (1885): libertação de escravos com idade acima de 60 anos.

Lei Áurea

Lei Áurea, Lei nº 3.353 de 13 de maio de 1888, que significou a Abolição da Escravatura, não foi consensual, porque significou uma “crise nas lavouras” para os latifundiários, já que concedia liberdade aos mais de 700 mil escravos ainda existentes.

Dessa forma, à medida que as leis abolicionistas eram promulgadas se estimulava a vinda de imigrantes para trabalhar nos cafezais brasileiros e assim suprir a mão de obra necessária.

Lei Áurea

O Brasil também comemora o Dia da Abolição da Escravidão dos Índios no dia 1º de abril.

Importância do dia 13 de maio

Normalmente, esta data é celebrada nas escolas e instituições de ensino, com o intuito de reforçar a história da luta pela criminalização da escravidão, uma prática considerada hedionda na contemporaneidade.

Infelizmente, a discriminação racial ainda predomina em diversas camadas da sociedade brasileira. Assim, o Dia da Abolição da Escravatura também serve como um mecanismo de conscientização e educação para ajudar a erradicar completamente qualquer tipo de preconceito racial.

Atualmente, parte do movimento negro brasileiro contesta esta data e prefere celebrar o dia 20 de novembro, data da morte de Zumbi dos Palmares, como um dia de festa para os afrodescendentes.

Dia de Nossa Senhora de Fátima é comemorado em 13 de maio no Brasil. Nessa data, os católicos recordam a primeira aparição de Nossa Senhora aos três pastorinhos – Jacinta, Francisco e Lúcia – que ocorreu na cidade de Fátima, em Portugal, no ano de 1917.

História de Nossa Senhora de Fátima

Nossa Senhora é Maria, mãe de Jesus. O termo Fátima faz referência à cidade de Fátima, local onde ocorreu a aparição, que fica a 130 km de Lisboa, capital de Portugal.

Nossa Senhora a de Fátima apareceu pela primeira vez aos pastorinhos Jacinta, Francisco e Lúcia no dia 13 de maio de 1917.

Depois disso, começou a aparecer todos os meses no dia 13, ou seja, 13 de junho, 13 de julho, 13 de agosto, 13 de setembro e, pela última vez, em 13 de outubro, totalizando 6 aparições.

Durante esses encontros, as crianças rezavam o rosário e recebiam revelações de Nossa Senhora.

À medida que as crianças recebiam as visitas de Nossa Senhora, a notícia se espalhava e cada vez mais atraíam peregrinos ao lugar.

aparições de Fátima

Em 13 de outubro de 1917, na Cova da Iria, em Portugal, milhares de pessoas teriam presenciado o “Milagre do Sol”, onde o astro teria dado voltas no céu.

Francisco e Jacinta morreram jovens, mas Lúcia ingressou na Ordem das Carmelitas Descalças e viveu até a idade de 97 anos.

Francisco e Jacinta foram canonizados pelo Papa Francisco, em 13 de maio de 2017, ano do centenário das aparições.

Segredos de Fátima

Nossa Senhora de Fátima também é conhecida como a “Santa dos Segredos”, pois teriam sido revelados três segredos aos pastorinhos.

Os dois primeiros se referiam a uma visão do inferno e à Rússia, que acabava de adotar o socialismo como regime de governo.

O terceiro, que deu origem a diversas especulações, fazia menção a um atentado que um pontífice sofreria. Acredita-se que a tentativa de assassinato do Papa João Paulo II, em 1981, tenha relação com este segredo.

Nossa Senhora de Fátima no Brasil

Trazida pelos imigrantes portugueses, a devoção a Virgem de Fátima rapidamente se tornou uma das devoções marianas mais populares no Brasil.

Os fiéis costumam organizar novenas ou trezenas em honra deste título de Nossa Senhora e, apesar de não ser dia santo de guarda, muitos fiéis vão à missa.

Há várias paróquias e capelas que tem Nossa Senhora de Fátima como padroeira. É comum encontrar a sua imagem nas igrejas brasileiras, o que faz com que Nossa Senhora de Fátima seja tão popular como Nossa Senhora Aparecida.

Em 2008, em Fortaleza, capital do Ceará, foi inaugurada a maior imagem de Nossa Senhora de Fátima, cuja autoria é de Franciner Macário Diniz.

Em 2011, no bairro do Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro, foi construída uma réplica da Capelinha das Aparições que se encontra no Santuário de Fátima, em Portugal.

Oração a Nossa Senhora de Fátima

Santíssima Virgem, que nos montes de Fátima
vos dignastes revelar aos três pastorinhos
os tesouros de graças que podemos alcançar,
rezando o santo rosário,
ajudai-nos a apreciar sempre mais
esta santa oração, a fim de que,
meditando os mistérios da nossa redenção,
alcancemos as graças que insistentemente
vos pedimos (pedir a graça).

Ó meu bom Jesus, perdoai-nos,
livrai-nos do fogo do inferno,
levai as almas todas para o céu
e socorrei principalmente
as que mais precisarem.

Nossa Senhora do Rosário de Fátima,
rogai por nós.

Santa Maria Domingas Mazzarello, fundadora das Filhas de Maria Auxiliadora

Dia 13 de maio é conhecidíssimo na Igreja como o dia de Nossa Senhora de Fátima, a quem pedimos a graça de fazermos penitência e nos convertermos. Também, nesse dia, a Família Salesiana celebra a fundadora das Filhas de Maria Auxiliadora.

Berço
Foi em Mornese, um povoado ao norte da Itália, que, no dia 9 de maio de 1837, nasceu Maria Domingas Mazzarello, primeira de dez filhos do casal José Mazzarello e Maria Madalena Calcagno. Desde muito cedo, Maìn — apelido pelo qual Maria era carinhosamente conhecida –, ajudou a cuidar de seus irmãos e dos afazeres domésticos.

Iniciação cristã
Começou a frequentar as aulas de catecismo e a se destacar nelas, pois tinha grande paixão pelas coisas de Deus. Aos 13 anos, fez a primeira comunhão, assumindo o compromisso de fazer de Jesus o seu grande amor e da Eucaristia diária o seu centro de vida. Aos 16 anos, ajudava seu pai no trabalho dos vinhedos e era conhecida por seu forte caráter e espírito de liderança.

Quase todos os dias, bem cedo, Maria percorria um íngreme caminho para participar da missa. Percurso que, no inverno, ficava ainda mais difícil devido ao frio e à neve.

Caridade na epidemia
Em 1860, a epidemia do tifo se abateu sobre o povoado de Mornese. A família dos tios de Main foi uma das primeiras a contrair a doença. A pedido de padre Pestarino, seu diretor espiritual, Maria foi ajudá-los, mesmo sabendo que poderia contrair a doença, e foi o que realmente aconteceu. A partir daí, o rumo de sua vida mudou completamente. Perdendo as forças físicas e não podendo mais trabalhar no campo, começou a se questionar sobre o que iria fazer para ajudar as pessoas, foi então que certa vez, ao caminhar pela colina de Bargo Alto, teve a visão de um alto edifício, parecido com um colégio e com muitas meninas correndo, brincando num grande pátio interno e ouviu nitidamente estas palavras: “Tome conta destas meninas! A ti as confio!”.

A voz de Maria
E com coração aberto, Maìn compreendeu que a voz que confiava a ela as meninas era a de Nossa Senhora e decidiu aprender a costurar, para ensinar as jovens da sua pequena cidade, com isso, as manteria longe dos perigos e do pecado, ensinando-as a fazer de “cada ponto da agulha, um ato de amor a Deus”. E foi com Petronilla, sua amiga e companheira, que montou uma sala de costura e começou a ensinar o ofício.

Treinamento na virtude
As famílias de Mornese começaram a mandar-lhe as filhas; e as aulas de costura tornaram-se aulas de treinamento na virtude. Um dia, um senhor viúvo, entregou-lhe as suas filhas para que as educasse. Assim, a oficina passou a ser um novo lar para as várias meninas, que viam em Maria sua segunda mãe. Aos domingos, após a missa, na praça da igreja, outras crianças se uniam a Maria e a Petronilla para brincar e divertir-se.

Surge Dom Bosco
Em 1864, Dom Bosco chegou a Mornese com seus meninos. Todos queriam vê-lo e ouvi-lo, Maria também. Dom Bosco expôs ao padre Pestarino seu projeto: construir um colégio para os meninos. Antes de partir, ficou conhecendo as iniciativas de Maria e Petronilla: a oficina de costura, o orfanato e a recreação aos domingos para todas as crianças do povoado. Dom Bosco se empolgou com o trabalho delas e propôs a fundação de um instituto feminino que fizesse pelas meninas o que ele fazia em Turim para os meninos.

Início das Irmãs Salesianas de Dom Bosco
Após um caminho de acompanhamento feito por padre Pestarino e Dom Bosco que, no dia 5 de agosto de 1872, na Capela do Colégio de Mornese, 11 jovens – entre elas Main – emitiram os votos religiosos e se consagram a Deus, dando início a Congregação das Filhas de Maria Auxiliadora – irmãs Salesianas de Dom Bosco — o nome da congregação foi dado pelo fundador que desejava que cada Filha de Maria Auxiliadora fosse um monumento vivo de sua gratidão a Nossa Senhora, por tudo que realizou na obra salesiana.

Maria Mazzarello, foi escolhida para ser a primeira Madre da congregação; e tamanha era sua humildade que assumiu a função apenas se fosse ela a vigária porque Nossa Senhora era a verdadeira superiora. Madre Mazzarello foi sempre empenhada na animação das comunidades de Irmãs e na educação de crianças, adolescentes e jovens. Cultivou com sabedoria a união entre todas. Ocupou-se com a abertura de novas casas na Itália e além mar. Seu legado era marcado pela alegria, coragem e humildade, virtudes que sempre recomendava em suas cartas, além do grande amor que cultivava por Jesus e Maria.

Uma frase da santa
“A alegria é sinal de um coração que muito ama ao Senhor!”

Páscoa
No dia 13 de maio de 1881, Madre Mazzarello partiu deste mundo. Sua breve vida, 44 anos, continua sendo uma chama de amor contagiante, que ilumina, ainda hoje, a sua Família Religiosa. Suas filhas — as Filhas de Maria Auxiliadora, presentes nos cinco continentes —, continuam atuando no espaço-educação, fiéis ao carisma da fundação, à identidade que lhes é própria e à missão que lhes cabe no coração da Igreja.

No dia 24 de junho de 1951, a Igreja declarou oficialmente a santidade de Maria Domingas Mazzarello e sua festa litúrgica é celebrada no dia 13 de maio.

A minha oração
“Virgem Maria, a vida de Madre Mazzarello foi marcada com exemplos de uma espiritualidade simples, mas rica de interioridade, de uma profunda paixão pela salvação das jovens, um ardente espírito missionário aberto aos horizontes ilimitados e cheia da alegria que vem de Deus. Rogue por nós, junto a Jesus, para que sigamos seus passos. Amém.”

Santa Maria Domingas Mazzarello, Rogai por nós!


Outros santos e beatos que a Igreja faz memória em 13 de maio:

1.    Em Le Puy-en-Valay, localidade da região de Poitiers, na França, Santo André Huberto Fournet, presbítero, que, sendo pároco durante a Revolução Francesa, embora proscrito pelos inimigos da Igreja, fortaleceu na fé os fiéis; e depois de restituída a paz à Igreja, juntamente com Santa Isabel Bichier des Âges, fundou o Instituto das Filhas da Cruz. († 1834)

2.    Em Maastricht, na Gália Bélgica, atualmente na Holanda, São Servácio, bispo de Tongres, que, nas controvérsias suscitadas em vários concílios acerca da natureza de Cristo, defendeu a verdadeira fé nicena. († c. 384)

3.    Em Poitiers, na Aquitânia, na actual França, Santa Inês, abadessa, que, consagrada pela bênção de São Germano de Paris, governou com grande espírito de caridade o mosteiro de Santa Cruz. († 588)

4.    Em Goriano Sícoli, nos Abruzos, região da Itália, a Beata Gema, virgem, que viveu encerrada numa pequeníssima cela junto da igreja, de onde apenas podia ver o altar. († 1465)

5.    Em Como, na Lombardia, também região da Itália, a Beata Madalena Albríci, abadessa da Ordem de Santo Agostinho, que estimulou eminentemente o fervor das irmãs religiosas. († 1834) 


 

Redação: Irmã Luana Oliveira, FMA – Filha de Maria Auxiliadora

Produção: Fernando Fantini – Comunidade Canção Nova