Clube de Imprensa

18 de Junho – Dia do Químico, Dia da Imigração Japonesa e Dia de São Gregório Barbarigo

Dia do Químico é comemorado em 18 de junho.

A Química é o ramo da ciência que estuda as alterações e transformações sofridas pela matéria, incluindo solo, água, ar, poluentes, minerais e metais, bem como sua composição e propriedades.

Origem do Dia do Químico

O Dia do Químico é celebrado no dia 18 de junho, pois foi nessa data que o antigo presidente, Juscelino Kubitschek, assinou a Lei n° 2.800/1956, também conhecida por “Lei Mater dos Químicos”, que criou os Conselhos Federais e Regionais de Química e regulamentava a profissão.

Para tornar-se um Químico, o estudante pode optar por vários cursos superiores como: engenharia química, engenharia de alimentos, engenharia de plásticos, química industrial, química (bacharelado e/ou licenciatura).

É preciso gostar muito de matemática, análise de dados, pesquisa e ter capacidade de administrar informações a fim de transformar elementos em produtos.

Dia do Químico

Químicos Brasileiros

Apesar do país não ter forte tradição acadêmica e científica, nem por isso o Brasil deixou de ter bons profissionais na área. Abaixo, destacamos alguns:

  • Horácio Macedo (1925-1999)
  • Maurício Oscar da Rocha e Silva (1910-1983)
  • Otto Gottlieb (1920-2011)
  • Isaías Raw (1927)

Dia da Imigração Japonesa ou Dia Nacional da Imigração Japonesa é comemorado em 18 de junho.

Oficialmente, o Dia Nacional da Imigração Japonesa foi instituído no Brasil através da Lei nº 11.142, de 25 de julho de 2005.

A imigração japonesa começou no início do século XX, como um acordo entre o governo japonês e o brasileiro, uma vez que o Japão vivia uma série crise econômica. Por outro lado, o Brasil necessitava de mão de obra para a lavoura do café.

A colônia japonesa do Brasil está dividida em: isseisnisseissanseis yoseis.

Dia da Imigração Japonesa

Origem do Dia da Imigração Japonesa

O Dia da Imigração Japonesa é comemorada no dia 18 de junho porque foi a data na qual o primeiro navio aportou ao Brasil com imigrantes japoneses, no porto de Santos, em São Paulo, em 1908.

O navio Kasato Maru trouxe 165 famílias que vieram para trabalhar nos cafezais, outros na exploração de borracha na Amazônia ou nas plantações de pimenta no Pará, que eles próprios trouxeram.

A chegada de navios ocorreria de forma irregular por conta das duas guerras mundiais e a última embarcação a trazer imigrantes japoneses, o navio Nippon Maru, aconteceu em 1973.

A maior parte dos japoneses eram camponeses pobres, oriundos das províncias do Sul e do Norte do Japão, e foi no estado de São Paulo que permaneceu a maior parte dos colonos japoneses que vieram para o Brasil.

Calcula-se que 2 milhões de japoneses e seus descendentes vivam no país e destes 1,3 milhões estejam no estado de São Paulo.

Assim é o estado que mais tem descendentes e com a influência nipônica mais acentuada. Vários japoneses também se estabeleceram em cidades como Atibaia, Suzano e Lins; e na capital, o bairro da Liberdade tornou-se o “bairro japonês” devido à grande concentração de moradores dessa nacionalidade.

Diferente do que ocorreu com outras comunidades japonesas espalhadas pelo mundo, aqui muitos nipônicos casaram-se com os nativos e adotaram a religião local.

As Nações Unidas marcam, neste 18 de junho, o Dia da Gastronomia Sustentável. A data é celebrada desde 2016 e reconhece a culinária como uma expressão cultural relacionada à diversidade natural e cultural do mundo.

O Dia festeja a importância de ingredientes e produtores sazonais, que ajudam a preservar a vida selvagem e tradições culinárias.

A Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco, a Organização para Alimentação e Agricultura, FAO e a Assembleia Geral da ONU pretendem ampliar a divulgação do Dia da Gastronomia Sustentável.

Com sua Rede de Cidades Criativas, a Unesco compartilha as melhores práticas e desenvolve parcerias em sete áreas.

18 de junho é o Dia Mundial do Orgulho Autista. No Senado, há propostas de interesse dos cerca de dois milhões de cidadãos diagnosticados com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no Brasil.

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) está montando um roteiro especial para votação de propostas prioritárias e de consenso. Entre elas, está a sugestão legislativa enviada ao portal e-Cidadania por uma internauta cearense, mãe de autista, para a criação dos Centros de Atendimento Integral para Autistas no Sistema Único de Saúde (SUS). Ela originou o Projeto de Lei do Senado (PLS) 169/2018, que tem o senador Humberto Costa (PT-PE) como relator.

Fonte: Agência Senado

São Gregório Barbarigo, servidor da Igreja

Órfão na infância

Gregorio Giovanni Gaspare Barbarigo nasceu em Veneza, em 16 de setembro de 1625, em uma família nobre. Gregório logo conhece o sofrimento quando perde a sua mãe para a peste aos dois anos de idade. Seu pai, senador da República de Veneza, enviou-o, em 1643, junto com o embaixador veneziano Alvise Contarini para Münster, na Alemanha, onde se preparava a paz de Vestfália, que colocaria fim à sangrenta Guerra dos Trinta Anos.

O encontro com o Papa

Aqui tem lugar um encontro decisivo para a vida do jovem Gregório: aquele com o Cardeal Fabio Chigi, futuro Papa Alexandre VII. Depois de completar seus estudos em Pádua, Gregório tornou-se padre aos 30 anos. Alexandre VII enviou-o a Roma e, com a eclosão da peste, confiou-lhe a coordenação do socorro aos enfermos, que Gregório Barbarigo realizou com muito amor e dedicação. A confiança de Alexandre VII é então renovada ao colocá-lo à frente da diocese de Bérgamo em 1657. Anos depois, em 1664, ele será encarregado da diocese de Pádua.

Estilo pastoral

Seu “estilo” será em ambos os casos inspirado em São Carlos Borromeo, um modelo para Gregório que, antes de tudo, vende todos os seus bens para dá-los aos pobres. Visita por toda a parte as paróquias das dioceses que lhe são confiadas, assiste os moribundos, divulga a imprensa católica entre o povo, aloja-se nas casas dos pobres. Durante o dia, ensina catecismo às crianças; à noite, reza. No seu centro está também a formação dos sacerdotes, pela qual está profundamente empenhado no Seminário de Pádua, que chega a ser considerado um dos melhores da Europa.

Relacionamento com a Igreja Oriental

Outro momento importante do compromisso de São Gregório Barbarigo é o da reunificação com as Igrejas Orientais. Depois de ter sido bispo de Bérgamo e antes de exercer o ministério em Pádua, passou mais um período em Roma. Em 1658, Alexandre VII fez dele um cardeal. Estes são os anos em que participa em vários conclaves. Inocêncio XI o escolhe como seu conselheiro e Gregório trabalha pela reunificação com as Igrejas Orientais. Estimado pelos Papas e amado pelo povo, Barbarigo morreu em Pádua em 1697.

A minha oração

“Querido santo, precisamos estar atentos aos mais necessitados, recordando que eles escondem Jesus em suas misérias. Ajudai-nos a viver sem perder nenhuma oportunidade de amar. Amém!”

São Gregório Barbarigo , rogai por nós!

Outros santos e beatos celebrados em 18 de Junho:

  • Santos Marcos e Marceliano, mártires, em Roma, no cemitério de Balbina, junto à Via Ardeatina. († c. 304).
  • São Leôncio, no atual Líbano, soldado martirizado. († s. IV)
  • Santos Ciríaco e Paula, mártires, na África Setentrional. († s. IV)
  • Santo Amando, bispo, em Bordéus, na Aquitânia, atualmente na França, († s. V)
  • São Calógero, eremita, no monte Gemmariaro, perto de Sciacca, na Sicília ocidental. († s. V)
  • Santa Isabel, na atual Alemanha, virgem, insigne na observância da vida monástica. († 1164)
  • Beata Hossana Andreási, em Mântua, na Lombardia, região da Itália, virgem das Irmãs da Penitência de São Domingos. († 1505)

Fontes:

  • vatican.va e vaticannews.va
  • Martirológio Romano – liturgia.pt
  • Liturgia das Horas
  • Livro “Relação dos Santos e Beatos da Igreja” – Prof Felipe Aquino [Cléofas 2007]

– Pesquisa e redação: Rafael Vitto – Comunidade Canção Nova

– Produção e edição: Catarina Xavier – Comunidade Canção Nova