Clube de Imprensa

25 de Novembro – Dia do Doador de Sangue Voluntário, Dia da Madrinha e Dia de Santa Catarina de Alexandria

Dia do Doador Voluntário de Sangue é comemorado anualmente em 25 de novembro no Brasil.

A data, além de homenagear as pessoas que reservam um tempinho do seu dia para doar sangue, também serve para informar e conscientizar a população sobre a importância de ser um doador de sangue.

Doar sangue é um ato de solidariedade humana, que ajuda a salvar milhares de vidas todos os dias, através das transfusões de sangue. Atualmente no Brasil, são doadas cerca de 3,6 milhões de bolsas de sangue por ano, segundo dados do Pró-Sangue.

No Dia Nacional do Doador de Sangue, os Bancos de Sangue de todo o país realizam atividades lúdicas e mutirões de coleta em escolas, hospitais, shoppings, praças e demais espaços de acesso público.

Quem doa sangue tem direito a um dia de folga, em cada 12 meses.

Origem do Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue

O Dia do Doador Voluntário de Sangue foi estabelecido através do Decreto nº 53.988, de 30 de junho de 1964, assinado pelo presidente Castello Branco, definindo o dia 25 de novembro – data do aniversário da fundação da Associação Brasileira de Doadores Voluntários de Sangue – como a data oficial do doador de sangue no Brasil.

Os doadores também podem celebrar o digno ato de doar sangue no dia 14 de junho, o Dia Mundial do Doador de Sangue.

doação de sangue

Quem pode doar sangue

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), para doar sangue é necessário seguir algumas regras, dentre as quais:

  • Ter entre 16 e 69 anos;
  • Ter, no mínimo, 50 quilos;
  • Estar saudável;
  • Estar bem alimentado e descansado;
  • Após o parto, as mulheres devem esperar para doar sangue – entre 90 dias (parto normal) e 180 dias (cesariana);
  • Após uma doação de sangue as mulheres devem esperar 90 dias para voltar a doar, enquanto que os homens devem esperar 60.

Dia Internacional para a não-Violência Contra as Mulheres é comemorado anualmente em 25 de novembro.

A data tem o objetivo de alertar a sociedade sobre os casos de violência e maus tratos contra as mulheres. A violência física, psicológica e o assédio sexual são alguns exemplos desses maus tratos.

De acordo com as estatísticas, uma em cada três mulheres sofre de violência doméstica. A violência contra a mulher é uma questão social e de saúde pública; não distingue cor, classe econômica ou social, e está presente em todo o mundo.

Origem da Data

25 de novembro

A Organização das Nações Unidas (ONU), desde 1999, reconhece o dia 25 de novembro como o Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres.

A data surgiu em decorrência do Dia Latino-americano de Não Violência Contra a Mulher, que foi criada durante o Primeiro Encontro Feminista Latino-Americano e Caribenho de 1981, realizado em Bogotá, Colômbia.

O 25 de novembro foi escolhido em homenagem às irmãs Patria, María Teresa e Minerva Maribal, que foram violentamente torturadas e assassinadas nesta mesma data, em 1960, a mando do ditador da República Dominicana Rafael Trujillo.

As irmãs dominicanas eram conhecidas por “Las Mariposas” e lutavam por melhores condições de vida na República Dominicana.

Dia Nacional da Baiana de Acarajé é comemorado anualmente em 25 de novembro.

Instituída pela Lei nº 12.206, de 19 de janeiro de 2010, a data homenageia a importância histórica e cultural da figura da baiana do acarajé, nome dado às mulheres que se dedicam à produção e venda do acarajé, principalmente, mas também de outras comidas, como a cocada.

A baiana é um dos ícones mais populares do Brasil. Além de produzir e vender iguarias, a forma como ela se veste com saia rodada, turbante e colares é mais uma de suas características que marca a tradição da cultura afro-brasileira.

As baianas de acarajé são consideradas, desde 2004, Patrimônio da Humanidade pelo Instituto do Patrimônio e Artístico Nacional (IPHAN). Além deste título, em 2012, as baianas ainda foram reconhecidas como Patrimônio Imaterial da Bahia e Patrimônio Cultural de Salvador.

Baiana

A profissão de baiana de acarajé foi oficializada com o decreto-lei municipal de Salvador nº 12.175/1998, que dispõe sobre a localização e funcionamento desse trabalho. Calcula-se que existam mais de 3 500 baianas cadastradas para vender o quitute na capital do estado.

Normalmente, o Dia da Baiana de Acarajé é comemorado no centro histórico de Salvador, onde há a maior concentração das profissionais. Um grande desfile é feito pelas ruas e, no final, há uma missa ou culto religioso dedicado às baianas.

O que é acarajé?

O acarajé é uma iguaria típica da culinária afro-brasileira. Trata-se de um bolinho frito, feito com massa de feijão-fradinho, cebola e sal. Frito em azeite de dendê, pode ser recheado com vatapá, caruru, camarão seco ou pimenta.

O acarajé, também conhecido como acará, era uma comida destinada aos orixás. Como algumas pessoas escravizadas tinham autorização para vender alimentos na rua, um dos escolhidos foi o acarajé, tanto pelo seu preparo como pela sua aceitação popular.

Tendo em conta sua importância na cidade de Salvador, o acarajé foi agraciado como Patrimônio Cultural de Salvador pela Câmara Municipal em 2005.

Dia da Madrinha é comemorado anualmente em 25 de novembro.

A data homenageia a figura feminina que é considerada por muitas pessoas como uma segunda mãe.

Normalmente, os pais do recém-nascido escolhem uma mulher e um homem como madrinha e padrinho, respectivamente. De acordo com as convenções sociais e religiosas, impostas durante os anos nos diversos tipos de sociedades, as madrinhas são responsáveis por cuidar da criança, caso aconteça algo que impossibilite que os pais façam isso.

A figura da madrinha está presente em quase todas as culturas do mundo e em várias religiões, sempre com uma conotação ligada à família, proteção e guia.

No Brasil, as madrinhas costumam receber apelidos carinhos de seus afilhados(as), como “dinda”, “dindinha” ou “mãezinha”.

O apadrinhamento pode ocorrer por escolha dos pais quando o bebê nasce, no batismo da criança ou até em casamentos. Enquanto a madrinha tem seu dia comemorado em 25 de novembro, o padrinho celebra a data em 30 de janeiro.

Origem do Dia da Madrinha

Não há um relato concreto que defina o 25 de novembro como Dia da Madrinha, no entanto, existem registros que apontam a existência das madrinhas desde o século II.

A palavra madrinha surgiu a partir do latim matrina, uma variante de mater, que quer dizer “mãe”.

Origens
Santa Catarina de Alexandria nasceu no ano 287, em Alexandria, onde recebeu uma ótima formação cristã. É uma das mais célebres mártires dos primeiros séculos, venerada pela Igreja Ortodoxa como uma grande mártir, e na Igreja Católica é reverenciada como um dos catorze Santos Auxiliadores.

Juventude
Diz a lenda que o pai era Costes, rei de Alexandria. Aos 17 anos, Catarina era a mais bonita e a mais sábia das jovens de todo o império. Essa sabedoria levou-a a ser muitas vezes invocada pelos estudantes. Anunciou que desejava casar-se, contanto que fosse com um príncipe tão belo e tão sábio como ela. Esta segunda condição embargou que se apresentasse qualquer pretendente.

Alma Orgulhosa
“Será a Virgem Maria que te procurará o noivo sonhado”, disse-lhe o ermitão Ananias, que tinha revelações. Maria aparece, de fato, a Catarina na noite seguinte, trazendo o Menino Jesus pela mão. “Gostas tu d’Ele?”, perguntou Maria. -“Oh, sim”. -“E tu, Jesus, gostas dela?” -“Não gosto, é muito feia”. Catarina foi logo ter com Ananias: “Ele acha que sou feia”, disse chorando. -“Não é o teu corpo, é a tua alma orgulhosa que Lhe desagrada”, respondeu o eremita.

Santa Catarina de Alexandria: padroeira dos estudantes, filósofos e professores

O Casamento Místico de Santa Catarina
Este instruiu-a sobre as verdades da fé, batizou-a e tornou-a humilde; depois disso, tendo-a Jesus encontrado bela, a Virgem Santíssima meteu aos dois o anel no dedo; foi isso que se ficou chamando, desde então, o “casamento místico de Santa Catarina”.

Apresentação diante o Imperador Maximino
Ansiosa de ir ter com o seu Esposo celestial, Catarina ficou pensando unicamente no martírio. Conta-se que ela apresentou-se em nome de Deus, diante do perseguidor, imperador Maximino, a fim de repreendê-lo por perseguir aos cristãos e demonstrar a irracionalidade e inutilidade da religião pagã.

Conversão de Filósofos
Santa Catarina, conduzida pelo Espírito Santo e com sabedoria, conseguiu demonstrar a beleza do seguimento de Jesus na sua Igreja. Incapaz de lhe responder, Maximino reuniu para a confundir os 50 melhores filósofos da província, que, além de se contradizerem, curvaram-se para a Verdade e converteram-se ao Cristianismo, isso tudo para a infelicidade do terrível imperador.

Santa Catarina de Alexandria: Provada na dor e Aprovada por Deus no Martírio

Páscoa

Maximino mandou os filósofos serem queimados vivos, assim como à sua mulher Augusta, o ajudante de campo Porfírio e os duzentos oficiais que, depois de ouvirem Catarina, tinham-se proclamado cristãos. Após a morte desses, Santa Catarina foi provada na dor e aprovada por Deus no martírio, tendo sido sacrificada numa máquina com quatro rodas, armadas de pontas e de serras. Isto aconteceu por volta do ano 305.

Historiadores contam que o corpo de Santa Catarina foi levado pelos anjos ao Monte Sinai, onde, anos mais tarde, em honra à mártir, foi construído o Mosteiro de Santa Catarina por ordem do imperador bizantino Justiniano I.

Via de Santificação
Considerada padroeira dos estudantes, filósofos e professores, o culto a Santa estendeu-se por todo o mundo. A Universidade de Paris escolheu a santa como padroeira, e no Brasil é considerada padroeira do Estado de Santa Catarina. A festa em honra a Santa Catarina foi incluída no calendário pelo Papa João XXII (1316-1334).

Minha oração

“Com grande intelectualidade e sabedoria, soubeste amar e servir a Deus através desses dons da graça divina, fortaleça em nós as mesmas dádivas e nos ensine abrir novos caminhos no campo das ciências e tecnologias, mas acima de tudo sirvamos a Deus como Ele deseja. Amém.”

Santa Catarina de Alexandria, rogai por nós!

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