Com apelo humorístico, deepfakes viralizam no Brasil

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Redação Portal IMPRENSA*
Após o presidente Bolsonaro se queixar publicamente que o Congresso estaria querendo transformá-lo em rainha da Inglaterra, o jornalista e editor de mídias socias Bruno Sartori publicou em seu Twitterum vídeo em que Bolsonaro aparece vestido como a rainha Elizabeth. O vídeo já conta com 433 mil visualizações.

Crédito:Reprodução Twitter
Esse tipo de manipulação de imagem de vídeo é conhecido como deepfake e está se tornando uma forma de manipular a opinião pública. O jornalista Gilmar Lopes, do site E-farsas, fez um vídeo explicando o que são as deepfake. Em vez de softwares de edição de imagens, que dão muito trabalho e não dão um resultado tão bom, vem crescendo o uso de recursos como inteligência artificial e machine learning para recriar rostos, sons e movimentos falsos e aplicá-los a pessoas reais.
Em 2017, pesquisadores da Universidade de Washington criaram um vídeo praticamente irretocável simulando uma fala do ex-presidente norte-americano Barack Obama dizendo algo que ele não disse.
No vídeo, Lopes dá algumas dicas de como não ser enganados por esses vídeos, como ver a nitidez entre o rosto e o restante do vídeo.
A Revista IMPRENSA publicou em sua edição especial sobre credibilidade no jornalismo uma matéria sobre a ascensão das deepfakes, que você pode conferir no Acervo IMPRENSA.