Procissão abriu Semana Santa da Comunidade Divino Espirito Santo

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Padre Fabio Casado liderou a Procissão do Domingo de Ramos (09/4) saindo as 7h30 do Parque dos Ervais, acompanhado por centenas de fiéis passando pela Avenida Brasil em direção a Igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, situada no Bairro da Granja em Ponta Porã (MS). O padre abençoou os ramos trazidos pela comunidade e aspergiu água benta nos fiéis.
A comunidade da Paróquia Divino Espírito Santo, realizará na Sexta-feira Santa, dia 14 de abril, a encenação da Paixão de Cristo. A encenação será realizada em frente à Paróquia, localizada na Rua Miguel Marcondes Armando, Jardim Universitário em Ponta Porã (MS).
O evento religioso será coordenado e organizado por cerca de 100 pessoas que integram a comunidade, jovens, adultos e crianças, que segundo o padre Fábio Casado Dias, não medem esforços para fazer da atuação um momento de evangelização.
A encenação conta com o apoio de várias equipes que não aparecem em cena, mas que trabalham nos bastidores para que a encenação possa ser vista pela comunidade da fronteira, destacou o jornalista Lile Corrêa, ao vivo na emissora Líder FM 104,9.
De acordo com o Padre Fabio “Reviver esse momento de fé, de obediência e amor nos possibilita perceber que os nossos sofrimentos nos dias de hoje são tão pequenos se compararmos aos de Cristo. Devemos a cada dia abraçar a nossa cruz, não fugir dela! Encarar o desafio e re-significar nossa vida, ter certeza da páscoa, que Cristo venceu a morte. Como Ele, somos vencedores e devemos ser obedientes até o fim, devemos amar, assim como Deus nos ama”.
Paixão de Cristo
De acordo com a Canção Nova, a Paixão de Cristo é a narrativa do calvário de Jesus desde o momento em que ele é preso no Monte das Oliveiras, após a realização da última ceia com os apóstolos, até a sua morte na cruz.
Na mesma noite em que é preso sob ordem de Caifás, o sumo sacerdote e maior autoridade do povo judeu, Ele é julgado de forma sumária pelo Sinédrio, conselho dos anciões e suprema corte judaica. Acusado de blasfemo por se apresentar como o Rei de Israel, Jesus é condenado à morte.
Como a região da Judéia estava sob domínio do Império Romano, caberia a Pôncio Pilatos, autoridade máxima romana na região, aplicar a punição.
Pilatos ofereceu a possibilidade de suspensão da condenação de Jesus, mas a multidão que estava no local incitada pelos sacerdotes preferiu que a liberdade fosse dada a Barrabás, um ladrão e assassino também condenado à morte.
A partir da sentença proferida de forma definitiva por Pilatos, Jesus teria passado pelos flagelos que os romanos impunham aos condenados. Entre eles, ser açoitado pelo flagellum taxillatum (espécie de chicote com três ramais que terminavam em bolas de metal com relevos e unidas por arame) e carregar até o local da crucificação a trave horizontal da cruz.
A paixão de Cristo é principalmente essa passagem das últimas horas da vida de Jesus, da última ceia até a sua morte na cruz, quando seu sofrimento teria sido uma prova de sua doação total e incondicional para redimir os pecados da humanidade, segundo os preceitos da Igreja Católica.