Contágio da Covid entra em desaceleração pela 1ª vez no Brasil

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Contágio da Covid entra em desaceleração pela 1ª vez no Brasil

Comércio em Brasília - Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

Comércio em Brasília – Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

Pela primeira vez, desde abril, o ritmo de transmissão da Covid-19 está em desaceleração no Brasil. A informação é do centro de controle de epidemias do Imperial College.

Ele revela que a taxa de contágio (Rt) registrada na semana que começou no domingo, 16, foi de 0,98 . O índice ficou abaixo de 1, o que significa que um infectado transmite a doença para menos de uma pessoa.

A notícia é boa? Sim! Mas não é pra relaxar nas medidas protetivas porque a doença ainda não está estabilizada no Brasil e o sinal de alerta continua aceso para não retrocedermos.

Os dados

Com a atualização baseada no fechamento da semana epidemiológica 33, o Brasil saiu do rol de países com a doença ativa, onde permaneceu por 16 semanas consecutivas.

A taxa de contágio é um dos indicadores que ajudam no controle da epidemia, mas é preciso que esteja alinhada com números de novos casos e óbitos, taxa de ocupação de leitos, e dados de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag).

No rol dos 68 países avaliados, o Brasil tem a 39ª maior taxa de contágio.

Outros sete países que compõem a América Latina estão com transmissão considerada mais descontrolada do que a brasileira.

Com os piores índices estão a Argentina, com RT de 1,42, seguida por Honduras (1,36), Colômbia (1,26), República Dominicana (1,25), Bolívia (1,16), Venezuela (1,16), Guatemala (1,11) e o México (0,91).

Dos países da região, o Paraguai é onde a transmissão está mais descontrolada, com taxas em 1,95, atualmente a pior do mundo. Menos do que o registrado pelo Brasil em abril, quando a RT chegou a marcar Rt de 2,3 e ocupar o primeiro lugar em nações com maior descontrole da doença.

Outros países da América Latina com transmissão ativa são: Venezuela (1,38), Argentina (1,21), Equador (1,16), Haiti (1,15), Peru (1,09), Colômbia (1,07), Bolívia (1,05), Costa Rica (1,05) e República Dominicana (1,00).

Rinaldo de Oliveira Só Noticia Boa com informações do Correio Braziliense