De Almir Sater a Ana Castela: por que MS é um celeiro do sertanejo no Brasil

Por Mirian Machado, g1 MS — Mato Grosso do Sul

  • Aô, sofrência!”
  • “Eu sou sol… Eu sou a lua”
  • “Te dei o sol, te dei o mar”
  • “Aí, se eu te pego, aí se eu te pego”
  • “Eu criei filha minha pra ser boiadeira!”

 

Nem sempre o sertanejo foi sinônimo de sofrimento amoroso, agronegócio ou músicas com batidas repetitivas. Mas, em toda a história dos 48 anos de Mato Grosso do Sul, o estado teve o ritmo musical como trilha sonora principal, segundo especialista ouvido pelo g1.

De Almir Sater e Delinha a Luan Santana e Ana Castela, o estado se consolida como um dos berços do ritmo musical. Além de solos férteis e artistas de sucesso, a força do estado no sertanejo aparece nos números: Campo Grande é a segunda capital brasileira que mais consome sertanejo, segundo a pesquisa Cultura nas Capitais, da JLeiva Cultura & Esporte em parceria com o Datafolha.

Do sertanejo raiz ao universitário em MS. — Foto: Reprodução

Do sertanejo raiz ao universitário em MS. — Foto: Reprodução