Global Investigative Journalism Network: Segurança e proteção

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Tradução Raquel Lima  ABRAJI

Os números são cruéis para os nossos colegas ao redor do mundo. Desde 1992, mais de 1.370 jornalistas foram mortos, conforme o Committee to Protect Journalists — em português: Comitê para a Proteção de Jornalistas. Bem mais de 800 deles foram mortos impunemente. Isto é, os assassinos nunca foram levados à justiça. E, hoje, mais de 250 jornalistas estão em prisões do globo, muitos por reportagens que seriam consideradas cotidianas na maior parte do mundo.

O problema é que, apesar de tudo, a situação só parece piorar. Os últimos dados mostram ataques e assassinatos alcançando níveis recorde. Apesar dos assassinatos de importantes jornalistas ocidentais — como Marie Colvin ou Daniel Pearl — chamarem a atenção internacional, a grande maioria das vítimas é membro do quadro de funcionários de veículos de comunicação locais. Os assassinatos são apenas a ponta do icebergue. Casos de espancamentos, sequestros, aprisionamento e ameaças contra jornalistas são ainda muito mais numerosos, e podem ser o suficiente para silenciá-los.

As ameaças vêm de diferentes direções: cartéis de drogas ou grupos rebeldes; governos autocráticos ou inimigos étnicos; balas perdidas ou bombas terroristas. Na verdade, talvez seja a natureza amplamente díspar dessas ameaças o que dificulta a existência de uma solução única para todos os problemas.

Meia dúzia de instituições profissionais está ativamente comprometida com o problema, por representar organizações maiores e multilaterais, como a Organização das Nações Unidas (ONU) e a Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE).

Como parte da série de páginas, ou Resources Pages, da GIJN, publicamos este guia para a segurança dos que trabalham na imprensa. Começamos com links para diversos dos manuais importantes disponíveis sobre o tema, seguido por uma lista com os principais grupos internacionais de liberdade de imprensa e segurança, que se preocupam, de alguma forma, com o problema dos ataques violentos a jornalistas. Leia esta história em Espanhol.

Guia para manter-se seguro na cobertura de conflitos

Kit de segurança do Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ): O Kit de Segurança, publicado em quatro partes pelo Comitê, em 2018, fornece, a jornalistas e redações, informações básicas de segurança, com recursos e ferramentas básicas para as proteções física, digital e psicológica. EspañolFrançais,  العربيةРусскийSomaliارسیPortuguês中文Türkçeမြန်မာဘာသာ. Além disso, o CPJ publicou o texto Safety Notes (Notas de Segurança), como adendos de 2019 sobre Physical safety: Solo reporting (Segurança Física em Reportagens Solo) e Physical safety: Mitigating sexual violence (Segurança Física: Mitigando a Violência Sexual). Veja também o guia U.S. elections 2020: Journalist safety kit — Eleições nos Estados Unidos em 2020: Kit de Segurança para Jornalistas.

The Safety Guide for Journalists: A handbook for reporters in high-risk environments (em português: Guia de Segurança para Jornalistas: Um manual para repórteres em zonas de risco) foi atualizado em 2017 pelos Repórteres Sem Fronteiras (RSF) e pela UNESCO. Está disponível em InglêsFrancêsEspanhol e Português.

A Culture of Safety (ACOS) — em português: Uma Cultura de Segurança. Uma coalizão de organizações de notícias, associações de jornalistas freelancers e ONGs de liberdade de imprensa trabalha, em conjunto, para defender práticas jornalísticas seguras e responsáveis. Os recursos de que dispõem incluem uma ferramenta de verificação da segurançauma política, checklist de segurança e mais. Muitos dos recursos estão disponíveis em Árabe, Francês, Hebreu, Persa, Português, Russo, Espanhol e Turco.

Security Manual for Protest Coverage ou Manual de Segurança para a Cobertura de Protestos, da Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo). Confira o manual na íntegra em Inglês. Também disponível em Português e em Espanhol. Veja ainda as seções sobre a cobertura de protestos de rua.

Safety Handbook for Women Journalists (Manual de Segurança para Mulheres Jornalistas, em português): Este guia de 95 páginas, elaborado em 2017 pela Associação Internacional de Mulheres na Rádio e na Televisão (International Association of Women in Radio and Television), é direcionado para jornalistas em áreas de conflito pesado e em reportagens de guerras. Inclui uma área de avaliação de riscos, assédio online e segurança em viagens. Também em Árabe.

Covering demonstrations and civil disorder (em tradução livre: Cobrindo protestos e desordem civil). Este guia do International News Safety Institute (INSI) mostra como planejar a cobertura, que equipamento carregar e o que observar durante a apuração.

The Hong Kong Protests: An FCC Workshop Series for Journalists (Os Protestos de Hong Kong: Uma Série de Workshops para Jornalistas). A série de seminários online realizada, em 2019, pelo The Foreign Correspondents’ Club, Hong Kong. Alguns slides incluídos.

23 guidelines for journalists to safely cover protests this weekend (23 diretrizes para jornalistas cobrirem com segurança os protestos deste fim de semana). Elaboradas pelo Poynter Institute, estas sugestões surgiram durante os protestos que sucederam o assassinato de George Floyd, em Minneapolis, nos Estados Unidos, no ano de 2020.

What to do if you’re exposed to tear gas (O que fazer se for exposto à gás lacrimogêneo). Este guia de 2019, da revista Popular Science, mostra como proteger a si mesmo e a outros.

Tips for staying safe while covering violent protests (Como manter-se seguro durante a cobertura de protestos violentos). Um artigo de 2017 de Jorge Luis Sierra, traduzido e publicado em Inglês pela IJNet. Veja o original, em Espanhol, em Periodistas en Riesgo.

A guide for journalists covering protests (Um guia para jornalistas cobrindo protestos). Este guia de 2017, elaborado pelo grupo norte-americano Muckrock, concentra-se em como os jornalistas norte-americanos conseguem manter a segurança de seus equipamentos e materiais de reportagem enquanto cobrem protestos.

13 security tips (13 dicas de segurança) para jornalistas cobrindo o ódio online, da Harvard Kennedy School Shorenstein Center Journalist ‘s Resource.

COVID-19 Safety Protocol (Protocolo de Segurança COVID-19), lançado em 2020 pela ACOS Alliance, ajuda os veículos de comunicação a responderem aos desafios trazidos pela pandemia, com foco em comissionar freelancers de forma segura. Suas ferramentas e dicas podem também ser aplicadas a coberturas mais gerais durante crises.

Safe + Secure (Seguro + Protegido) é um manual, lançado em 2019, com uma lista de verificação “contendo os melhores recursos encontrados sobre os problemas de proteção e segurança enfrentados por diretores de documentários e com indicação de onde obter mais informações e/ou treinamento”.

5 tips from IPI for journalists experiencing harassment (5 dicas do IPI para jornalistas vítimas de assédio). Este artigo, elaborado em 2020 pelo International Press Institute (IPI), contém protocolos para redações sobre como ajudar jornalistas sofrendo assédio online. O IPI também criou outros recursos sobre assédio online.

Online SOS reúne informações para jornalistas que sofrem assédio online, incluindo listas de verificação, guias de especialistas e listas de recursos.

The Online Harassment Field Manual (Manual de Campo do Assédio Online, em português), elaborado pela PEN America, em 2017, contém “estratégias efetivas e recursos para uso de escritores, jornalistas, seus aliados e seus empregadores na defesa contra o ódio virtual e na luta contra o abuso online.”

Safety Net Manual (Manual de Segurança Online), subtitulado Guidelines for Journalists in Extraordinary or Emergency Situations — em tradução livre: Diretrizes para Jornalistas em Situações Extraordinárias ou Emergenciais — foi criado em 2017 pela South East Europe Media Organization. Disponível em Inglês e noutras 11 línguas regionais.

Police, Protestors, and the Press (Polícia, Manifestantes e a Imprensa). É sobretudo um guia de conselhos legais elaborado pelo grupo Reporters Committee for the Freedom of the Press, atualizado em 2020.

Diretrizes da Radio Television Digital News Association: Agitação Civil. As sugestões desta associação norte-americana focam um pouco em segurança, mas lida, principalmente, com como realizar as reportagens, por exemplo. “Não atribua motivos a ninguém; não há como saber o que as pessoas pensam ou sentem, apenas o que elas dizem ou fazem.”

Online Harassment of Journalists: Attack of the Trolls (Assédio Online de Jornalistas: O Ataque dos Trolls): O Repórteres Sem Fronteiras (RSF) convocou a sua rede global de correspondentes, em 12 escritórios, para ajudar a esclarecer os mais recentes perigos para jornalistas — ameaças e insultos em redes sociais que têm a intenção de intimidá-los e silenciá-los. O RSF publicou, em 2018, 25 recomendações para governos, organizações internacionais, plataformas online, grupos de mídia e anunciantes sobre como responder a essas campanhas virulentas online. (Disponível também em FrancêsConfira o resumo da GIJN.

Media Professionals and Armed Conflict (Profissionais da Mídia em Conflitos Armados) é um manual elaborado, em 2017, pela Cruz Vermelha britânica e o British Institute of International and Comparative Law (Instituto Britânico de Direito Internacional e Comparado – BIICL).

Reporting for Change: Handbook for Local Journalists in Crisis Areas (Relatórios da Mudança: Manual para Jornalistas de Zonas de Crise) foi desenvolvido, em 2009, pelo Institute for War and Peace Reporting e inclui um capítulo sobre segurança em zonas de guerra. Está disponível em Inglês, Árabe, Farsi, Russo, Kazakh, Kyrgyz e Tajik.

James W. Foley Legacy Foundation desenvolveu um programa de estudos de segurança para estudantes universitários, que inclui módulos sobre avaliação de riscos, entrevistas com fontes hostis e proteção de dados digitais, entre outros.

How to Prevent, Identify and Address Vicarious Trauma — While Conducting Open Source Investigations in the Middle East (Como prevenir, identificar e abordar traumas vicários — Enquanto conduz investigações abertas no Oriente Médio). Um artigo de 2018, assinado por Hannah Ellis, uma assistente de pesquisa no Berkman Klein Center for Internet & Society, da Harvard University.

Freelance Files: For Freelancers in Conflict Zones, Help Is out There (em português, Arquivos Freelance: Para Freelancers em Zonas de Conflito, Há Ajuda por aí) é um artigo pitoresco, escrito por Dale Willman, em 2017, para o site da Society for Environmental Journalists.

Journalism and Vicarious Trauma: A Guide for Journalists, Editors and News Organizations (Jornalismo e Trauma Vicário: Um Guia para Jornalistas, Editores e Organizações da Imprensa). Este manual, de 2017, escrito por Sam Dubberley e Michelle Grant é sobre os desafios impostos pelo trauma vicário e oferece dicas práticas e orientação.

International Women’s Media Foundation oferece um treinamento de segurança feito especificamente para mulheres jornalistas. Confira a sua lista de recursos.

Self-care for Journalists, “A Practical Guide” ( Autocuidado para Jornalistas, “Um guia prático”) é um documento em Power Point, apresentado no NICAR 2019.

The Journalist Survival Guide (ou O Guia de Sobrevivência para Jornalistas, em português) consiste em quatro aulas animadas, que incluem como lidar com gás lacrimogêneo. Produzido em 2012, pelo Skeyes Center for Media and Cultural Freedom, da Samir Kassir Foundation, está disponível em Inglês e Árabe.

Emergency Protocol Case Study (Estudo de Caso de Protocolo de Emergência), de Ivan Golunov, repórter investigativo do jornal russo Meduza. Esta apresentação da Global Investigative Journalism Conference 2019 – GIJC 19 (Conferência Global de Jornalismo Investigativo) explica cada passo dado por Meduza, quando Golunov foi preso.

Ground Truth: A Field Guide for Correspondents (Verdade Fundamental: Um Guia de Campo para Correspondentes). Inclui diretrizes que permitem aos jornalistas um conjunto de princípios e práticas de campo. Com ensaios escritos por jornalistas veteranos, a maioria em 2009. Leia o artigo de 2019: Five tips to protect yourself from threats and harassment (Cinco dicas para se proteger de ameaças e assédio, em tradução livre).

Grupos de segurança e proteção do jornalismo

Culture of Safety (ACOS) — Uma Cultura de Segurança, em português. Uma aliança foi formada no final de 2015 pelas principais empresas e organizações jornalísticas para melhorar o nível da proteção a jornalistas freelancers ao redor do mundo.

Article 19Article 19: Based in London (Artigo 19: Sediado em Londres). O Artigo 19 monitora, pesquisa, publica, faz campanhas, estabelece padrões e litiga em nome da liberdade de expressão, sempre que ela é ameaçada. Seus trabalhos incluem campanhas para proteger jornalistas de ameaças à própria vida, à família e aos meios de subsistência.

CPJ LOGO - HRDN - Human Rights and Democracy NetworkCommittee to Protect Journalists (CPJ) — Comitê para a Proteção de Jornalistas: Sediado em Nova York. Fundado em 1981 e dirigido por um conselho de jornalistas, o CPJ produz relatórios anuais nacionais, conduz missões internacionais e preserva o seu Impunity Index (Índice de Impunidade, em tradução livre), dentre outras muitas atividades agressivas. O  Journalist Assistance Program oferece assistência legal, médica e de relocação para jornalistas em risco, incluindo suporte para famílias de jornalistas assassinados ou presos.

First Draft é uma rede de parcerias não partidárias de organizações de notícias e indivíduos que dá orientação prática e ética sobre como encontrar, verificar e publicar conteúdos que têm a internet e as redes sociais como fontes.

GJSGlobal Journalist Security: Fundada em 2011 e sediada em Washington, essa consultoria oferece treinamento de segurança e conselhos para profissionais da mídia, cidadãos jornalistas, ativistas de direitos humanos e funcionários de ONGs. O grupo também treina forças de segurança em países em desenvolvimento, bem como democracias emergentes que aspiram “alcançar a liberdade da imprensa internacional e padrões de direitos humanos na interação segura com a imprensa.”

IAPA Inter American Press Association (IAPA): Sediada em Miami, na Flórida, e fundada no final da década de 1940, a Associação agora inclui 1.400 veículos de comunicação como membros, do Canadá ao Chile. A IAPA monitora e defende a liberdade de imprensa por todo o Hemisfério; programas especiais incluem uma unidade de resposta rápida (Rapid Response Unit) ativada quando um jornalista é morto, relatórios semestrais sobre a liberdade de imprensa em cada país e publicações de um “Risk Map” (mapa de risco, em português) para guiar jornalistas que trabalham nas áreas mais perigosas de seus países. A IAPA também opera o seu próprio “Impunity Project” (projeto de impunidade), com informação detalhada sobre assassinatos de jornalistas por toda a região.

IFJ International Federation of Journalists (Federação Internacional de Jornalistas, da sigla em inglês IFJ): Sediada em Bruxelas e lançada com seu formato atual em 1952, a IFJ descreve-se como a maior associação de jornalistas do mundo. Monitora casos de liberdade de imprensa e defende a segurança dos jornalistas e fundou o International News Safety Institute.

ifex International Freedom of Information Exchange (IFEX): Talvez o papel mais relevante desta organização sediada em Toronto, no Canadá, seja o seu trabalho como fonte de informações; ela opera o que chama de “o serviço de informação de livre expressão mais compreensivo do mundo”, com uma newsletter semanal, resumo regular de artigos relacionados à liberdade de imprensa e “alertas de ação” dos seus integrantes ao redor do mundo. O IFEX tem mais de 90 organizações-membro em mais de 50 países. Em 2011, estabeleceu a data 23 de novembro como o Dia Internacional para o Fim da Impunidade.

INSIInternational News Safety Institute (INSI): Sediado em Bruxelas. Criado em 2003, como um resultado de uma iniciativa do IFJ e do IPI, é autodescrito como “uma coalizão única de organizações de notícias, grupos de suporte a jornalistas e indivíduos, exclusivamente dedicado à segurança de profissionais de comunicação que trabalham em ambientes perigosos.” Conduz treinamentos, publica dicas e manuais de segurança e monitora casualidades jornalísticas de todos os tipos, de ataques violentos a acidentes.

IPI International Press Institute (IPI): Criado em 1950, o IPI é sediado em Viena e se autoproclama “a rede global de editores, executivos de mídia e importantes jornalistas.” Fundador da INSI, monitora a liberdade de imprensa através da World Press Freedom Review, conduz missões regulares para países onde há risco e monitora ataques a jornalistas.

 

RSF Repórteres Sem Fronteiras (do francês Reporters Sans Frontières – RSF): Fundada em 1985 e sediada em Paris, a RSF reúne informações sobre infrações à liberdade de imprensa e patrocina missões internacionais, quando necessário. Dentre outras atividades, providencia assistência financeira para jornalistas ou organizações de notícias para que possam se defender, e para as famílias de jornalistas aprisionados, também trabalha para melhorar a segurança jornalística, especialmente em zonas de guerra. Vende seguros e empresta coletes à prova de bala, além de capacetes, para jornalistas que viajam para áreas perigosas.

WAN-IFRA A World Association of Newspapers and News Publishers (em tradução livre, Associação Mundial de Jornais e Editores de Notícias – WAN-IFRA): Fundada em 1948 e sediada em Paris, a WAN representa mais de 18 mil veículos, em cinco continentes. Além de prover suporte e informação sobre problemas básicos da indústria, a WAN foca-se, em especial, na liberdade de imprensa, no  monitoramento de ataques a jornalistas e “conduz campanhas de longo prazo e eventos específicos com a finalidade de conscientizar o público sobre problemas críticos que afetam a liberdade de imprensa”.

Reporters Respond Free PressFree Press Unlimited: a ONG de desenvolvimento neerlandês tem serviços como o Reporters Respond, um fundo de emergência internacional que presta assistência direta a jornalistas e veículos de comunicação, permitindo que continuem o seu trabalho o mais rápido possível quando confrontados com uma obstrução local. O grupo procura responder a pedidos dentro de 24 horas.
Ademais, através do  Legal Defense Fund for Journalists (em tradução livre, Fundo de Defesa Legal para Jornalistas), a Free Press Unlimited providencia suporte financeiro para jornalistas que são processados ou apreendidos que sejam incapazes de arcar com taxas de atendimento legal.

Rory PeckRory Peck Trust: Sediado em Londres, o Rory Peck Trust oferece assistência prática e suporte para repórteres freelancers e suas famílias ao redor do mundo, para destacar seus trabalhos, promover bem-estar e segurança, além de apoiar o direito de trabalhar livremente e sem medo. Os benefícios incluem o Programa de Assistência a Freelancers (Freelance Assistance Programme), Recursos para Freelancers (Freelance Resources) e o prêmio Rory Peck (Rory Peck Awards).

RISC: Reporters Instructed in Saving Colleagues (em tradução livre: Repórteres Treinados para Salvar Colegas) é um grupo, sediado nos Estados Unidos, que oferece treinamento de segurança gratuito para jornalistas que trabalham em zonas de conflito e áreas remotas ao redor do mundo. Oferece dois dias de instruções focadas em prevenção de crises, seguido de quatro dias de um curso abrangente de primeiros socorros. O programa é voltado para jornalistas freelancers veteranos e repórteres locais. Os locais variam (de São Paulo a  Sarajevo, em 2018) e podem ser escolhidos de acordo com os inscritos.

Foto de capa: Agência Brasil