Menino de 9 anos usa economias em rifa para ajudar comunidade carente

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Pedro entregou todas as economias que tinha para ajudar o bairro que mora. - Foto: reprodução Diário do Nordeste

Pedro entregou todas as economias que tinha para ajudar o bairro que mora. – Foto: reprodução Diário do Nordeste

O pequeno Pedro Victor Lima de Aquino, de 9 anos, é daquelas crianças que querem mudar o mundo. E ele já começou a fazer isso!

O menino abriu mão do dinheiro guardado para comprar um videogame e o utilizou como prêmio de uma rifa — como disse, para “acabar com a fome do mundo inteiro”.

A boa ação de Pedro já resultou na doação de 15 cestas básicas e tem ajudado a comunidade carente de Sapiranga, em Fortaleza, no Ceará.

Ajudando comunidade

A ideia surgiu após Pedro ver a mãe se movimentando para fazer alguma coisa pelas famílias carentes do bairro.

Foi quando o menino disse que daria as suas economias para ajudar. Ele estava juntando dinheiro para .

No cofre de Pedro tinha R$ 50 que ele estava guardando e entregou tudo para a mãe usar como prêmio da rifa.

Mariana, mãe de Pedro, comentou sobre a importância da atitude do filho. “Ele já vem com esse cofrinho juntando moedas faz algum tempo, porque o sonho dele é comprar um videogame, e nós não temos condições. E eu fico muito feliz porque parte dele essa ideia”, diz a mãe.

Doação de cestas básicas

A está sendo organizada pela mãe do Pedro acontece neste final de semana. Ela pediu 1kg de alimento por cada ponto da rifa.

O sucesso do projeto foi tão grande, que a família já conseguiu montar e entregar 15 cestas básicas para os moradores do bairro Sapiranga.

A ideia ganhou ainda mais força quando a tia do Pedro, Rosana Lima, divulgou a rifa nas redes sociais.

Ela contou que pessoas de todas as partes da cidade a procuraram querendo ajudar, quando sabiam da ideia do garoto. “Gente que nem conhecia ele. E foi assim, maravilhoso para gente, pois não esperávamos tudo isso”, diz Rosana.

“A gente tá vivendo um momento tão difícil e vê uma criança de nove anos doar o pouco que ela tem quando muitas pessoas têm muito, isso mexe demais com a gente”, finaliza

Por Monique de Carvalho, da redação do Só Notícia Boa – Com informações do Diário do Nordeste.