Quaest em MS, votos válidos: Eduardo Riedel, 67%; Fábio Trad, 23%; e Delcídio Amaral, 4%

Por José Câmara, g1 MS

Pesquisa Quaest divulgada neste sábado (3), véspera do 1º turno, mostra como está a disputa pelo governo de Mato Grosso do Sul. Na véspera da eleição, Eduardo Riedel (PP) lidera de forma isolada, com 67% dos votos válidos e pode vencer no primeiro turno.

Votos válidos

  • Eduardo Riedel (PP): 67%
  • Fábio Trad (PT): 23%
  • Delcídio Amaral (PRD): 4%
  • João Henrique Catan (NOVO): 4%
  • Jeferson Bezerra (Agir): 1%
  • Lucien Rezende (PSOL): 1%
  • Daniel Lemes (PCO): 0%
  • Economista Renato Gomes (DC): 0%

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O que são votos válidos?

É a forma como o TSE divulga o resultado oficial das eleições. São os votos dados nos candidatos. Esse cálculo deixa de fora os votos em branco e nulos e abstenções. Para vencer no 1º turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Como a Quaest calcula os votos válidos?

A Quaest leva em consideração as intenções de voto da pesquisa e o perfil de comparecimento para estimar os votos válidos. É o modelo likely voter, que considera eleitores com maior propensão a votar.

O levantamento foi encomendado pela TV Morena e ouviu 1.800 eleitores de 16 anos ou mais, entre os dias 2 e 3 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número MS-04157/2026.

Votos totais

Veja agora o resultado com os votos totais, incluindo votos em branco, nulos e eleitores indecisos.

  • Eduardo Riedel (PP): 56% (eram 51% em 25 de setembro)
  • Fábio Trad (PT): 19% (eram 12%)
  • Delcídio Amaral (PRD): 4% (eram 6%)
  • João Henrique Catan (NOVO): 3% (eram 3%)
  • Jeferson Bezerra (Agir): 1% (eram 2%)
  • Lucien Rezende (PSOL): 1% (era 1%)
  • Economista Renato Gomes (DC): 1% (era 1%)
  • Daniel Lemes (PCO): 0% (era 0%)
  • Indecisos: 7% (eram 15%)
  • Branco/nulo/não vai votar: 8% (eram 9%)

Pesquisa espontânea

Veja agora a pesquisa espontânea, em que os eleitores respondem sem ter acesso a uma lista de candidatos.

Esses resultados ajudam a medir o grau de consolidação do voto. Quanto maior o número de indecisos na véspera, menos consolidado está o voto e maior a possibilidade de mudanças em relação ao resultado de domingo.

  • Eduardo Riedel (PP): 33% (eram 34% em 25 de setembro)
  • Fábio Trad (PT): 8% (eram 5%)
  • João Henrique Catan (NOVO): 2% (eram 2%)
  • Delcídio Amaral (PRD): 1% (era 0%)
  • Jeferson Bezerra (Agir): 0% (era 0%)
  • Lucien Rezende (PSOL): 0% (era 0%)
  • Economista Renato Gomes (DC): 0% (era 0%)
  • Daniel Lemes (PCO): 0% (era 0%)
  • Indecisos: 52% (eram 55%)
  • Branco/nulo/não vai votar: 4% (eram 4%)

Decisão do voto

Entre os eleitores que declaram voto em um candidato, 79% dizem que a decisão é definitiva. Outros 20% afirmam que ainda podem mudar de ideia.

  • Escolha é definitiva: 79% (eram 68%)
  • Pode mudar: 20% (eram 32%)
  • Não sabe/não respondeu: 1% (era 0%)

Interesse pela eleição

  • Muito interessado: 39% (eram 34%)
  • Pouco interessado: 40% (eram 42%)
  • Nada interessado: 20% (eram 23%)
  • Não sabe/não respondeu: 1% (era 1%)

Cenários de 2º turno

A Quaest simulou também cenários de 2º turno. Veja os números:

Eduardo Riedel (PP) x Fábio Trad (PT)

  • Eduardo Riedel (PP): 56% (eram 63%)
  • Fábio Trad (PT): 24% (eram 20%)
  • Indecisos: 10% (eram 8%)
  • Branco/nulo/não vai votar: 10% (eram 9%)

Eduardo Riedel (PP) x Delcídio Amaral (PRD)

  • Eduardo Riedel (PP): 62% (eram 63%)
  • Delcídio Amaral (PRD): 15% (eram 19%)
  • Indecisos: 12% (eram 8%)
  • Branco/nulo/não vai votar: 11% (eram 10%)
Eduardo Riedel, Fábio Trad e Delcídio Amaral. — Foto: Reprodução

Eduardo Riedel, Fábio Trad e Delcídio Amaral. — Foto: Reprodução