Sanesul trabalha com foco na agilidade para evitar desabastecimento

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Equipes trabalham em regime de plantão, 24 horas por dia, para fazer a manutenção dos sistemas de abastecimento de água, destacou à Rádio Líder FM 104,9 de Ponta Porã (MS)

Larissa Almeida*

Na última semana, a equipe da Gerência de Manutenção da Sanesul atendeu a paralisação não programada de três conjuntos moto bombas, essenciais ao abastecimento de água em Dourados, Ponta Porã e Inocência. É um trabalho contínuo, 24 horas por dia, para evitar desabastecimento da população. “Em Dourados, por exemplo, ocorreu a queima da bomba do poço que abastece a região do Parque Alvorada e cerca de 48 horas depois o sistema estava recuperado. Trocamos uma bomba com capacidade para produzir 230 mil litros de água por hora por outra de 270 mil litros por hora. Agradeço muito o empenho das equipes da Gerência de Manutenção e das Gerências Regionais ”, afirmou o gerente de Manutenção (Gema), Ubirajara Marcheti.

As bombas submersas são responsáveis por fazer a captação da água nos poços tubulares profundos para distribuí-la à população.

De acordo com o gerente, é possível dividir as equipes e atender as demandas rapidamente, em especial na substituição de conjuntos moto bombas submersas, porque a Sanesul possui equipamentos em estoque e é uma das únicas empresas de saneamento que tem mão de obra própria para recuperação de destas máquinas, o que gera economia e agilidade no restabelecimento operacional dos sistemas de captação.

“O trabalho é constante, 24 horas por dia, todos os dias. Nossas equipes tanto da Gema quanto das Gerencias Regionais se dividem, deslocando-se para as localidades para fazer a substituição das bombas quando acontecem as avarias ou para manutenção preventiva, e em Campo Grande, na oficina, são executados os reparos necessários para que elas voltem às condições ideais de funcionamento”, explica Ubirajara.

No caso dos atendimentos de Dourados, Ponta Porã e Inocência, os equipamentos que tiveram que ser substituídos já foram desmontadas para verificar a possibilidade de conserto, fazer os orçamentos e reposição de peças necessárias para que voltem a ter as condições ideais de operação, ficando a disposição para serem utilizados novamente.

“A demanda por substituições das bombas é de acordo com os desgastes naturais, fora casos de queima, que são urgentes.

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Manutenção em Dourados

Uma bomba aguenta de 17 a 20 mil horas em operação em média, ou cerca de 2,5 a 3 anos. Após este período, na maioria das vezes, deve ser substituída. A Sanesul tem aproximadamente de 500 bombas submersas em operação, e o fato de nós mesmos fazermos os consertos, gera economia financeira e também agilidade, já que os processo de aquisição de um equipamento novo deve atender aos procedimentos licitatórios e conforme o modelo necessário não existe disponível em estoque nos fornecedores”, destaca Ubirajara Marcheti.
Ainda segundo o gerente de Manutenção, a Sanesul tem aproximadamente 180 conjuntos moto bombas submersas em estoque, de vazões e alturas variadas, para atender com agilidade a todas as 68 cidades e respectivos distritos onde atua.

“A Gema tem estoque de bombas, contrato de fornecimento de peças de reposição para recuperação das bombas e aquisição de equipamentos. As equipes das Gerências Regionais também estão estruturadas para diminuir ao máximo o impacto de falta de água em caso de queima, com disponibilidade de equipamento para sacar bombas em sete pontos estratégicos, Campo Grande, Três Lagoas, Coxim, Jardim, Dourados, Naviraí e Nova Andradina”, completou.