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UEMS consagra-se vitoriosa em 4 das 5 categorias do Prêmio Fundect Pesquisador/a do MS 2023

Vice-reitora e docentes das Unidades de Dourados, Aquidauana, Campo Grande foram premiados

Na segunda-feira (18), às 19h, ocorreu a cerimônia organizada pela Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul (Fundect), órgão do Governo do Estado responsável por gerenciar os investimentos em inovação e pesquisas, que concedeu o Prêmio Fundect Pesquisador/a Sul-mato-grossense 2023 àqueles que se destacaram na produção científica estadual. O evento foi sediado pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) – Unidade Universitária de Campo Grande, capital do Estado.

A UEMS obteve premiações de pesquisadores e pesquisadoras, docentes de seu quadro permanente de professores da educação superior no MS, em quatro das cinco subcategorias estabelecidas pela organização do concurso, que é realizado a cada dois anos e tem o objetivo de reconhecer trabalhos com relevância científica, tecnológica e de inovação, contribuindo para o desenvolvimento do Estado por meio da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I).

Na subcategoria Pesquisador Destaque em Ciências Exatas, o prof. Dr. Sandro Márcio Lima obteve o primeiro lugar; ele é integrante do Centro de Pesquisa em Recursos Naturais (CERNA), localizado na UEMS/Dourados. Como Pesquisador Destaque em Ciências Humanas, o prof. Dr. Ruberval Franco Maciel obteve o segundo lugar; ele é docente do curso de Medicina da UEMS/Campo Grande e coordenador do Projeto UEMS na ROTA.

Outra pesquisadora contemplada foi a profa. Dra. Adriana de Fátima Gomes Gouvêa, docente do curso de Engenharia Florestal da UEMS/Aquidauana, que obteve o terceiro lugar na subcategoria Inovação para o Setor Empresarial. Para encerrar a conquista conjunta de grande relevância para a UEMS, a vice-reitora, profa. Dra. Luciana Ferreira da Silva, também foi premiada com o terceiro lugar na subcategoria Inovação para o Setor Público.

Foram distribuídos R$ 90 mil em prêmios. A premiação é dividida em duas categorias: Pesquisador Destaque e Pesquisador Inovador. A primeira categoria está dividida em três subcategorias: Ciências da Vida, Ciências Exatas e Ciências Humanas. Já a segunda está subdividida em Inovação para o Setor Empresarial e Inovação para o Setor Público.

Além da premiação, os(as) cientistas em primeira colocação serão indicados ao Prêmio Nacional Confap de Ciência, Tecnologia e Inovação “Johanna Döbereiner” – Edição 2023, permitindo a popularização dos resultados das pesquisas do Estado para todo o Brasil.

Falas dos(as) congratulados(as)

A vice-reitora da UEMS, Luciana Ferreira, destaca que “o reconhecimento do trabalho de planejamento estratégico que implantamos na Pró-reitoria de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação (Proppi) é fator de grande alegria, pois foi ele que nos levou ao prêmio de pesquisa para inovação no setor público. Estendo esse prêmio a todos da equipe da Proppi que estiveram comigo nesse trabalho nos últimos 10 anos e aceitaram o desafio”. Ela ainda parabeniza os nossos docentes que foram premiados nas demais subcategorias, o que demonstra a capacidade da UEMS em trazer pesquisa de qualidade concatenada com as demandas do estado de Mato Grosso Sul.

“É um momento de celebração e de conquistas para nossa universidade que vem cumprindo seu papel em transformar vidas e atuando no desenvolvimento do estado. Muito honrada de nesse momento estar a frente da vice-reitoria da UEMS e ter a oportunidade de levar a frente um projeto coletivo para a construção de uma universidade cada vez mais inclusiva, plural e de qualidade”, reconhece Luciana.

Reitor da UEMS, Laércio de Carvalho, entrega a premiação aos docentes: Sandro Marcio Lima, Ruberval Franco Maciel e Adriana Gouvêa. O gestor da UEMS também recebeu das mãos do presidente da Fundect, Márcio de Araújo Pereira (também docente da UEMS), a premiação concedida à vice-reitora, Luciana Ferreira da Silva.

O pesquisador Sandro Márcio Lima, docente vinculado ao Programa de Pós-graduação em Recursos Naturais da UEMS/Dourados, informa que “a importância desta premiação para a UEMS demonstra uma forte sintonia entre quem financia pesquisa no MS e quem produz conhecimento. Ao premiar um pesquisador da Universidade pelas suas contribuições científicas para o Estado e o mundo, a Fundect reconhece o esforço do profissional pesquisador e também que ela está fazendo esforço para cumprir sua missão enquanto fundação de apoio”, avalia.

De acordo com Sandro, esta combinação de esforços é essencial para tornar o Estado mais competitivo e desenvolvido, disto não restam as menores dúvidas. “Para o pesquisador a premiação serve de motivação para continuar com sua árdua tarefa de produzir conhecimento para melhorar as condições de vida de todas e todos em um ambiente protegido e sustentável”, finaliza o docente.

Já para Ruberval Franco Maciel, “ser premiado por uma fundação de pesquisa e indicado pela universidade é uma honra muito grande na carreira de um pesquisador. Agradeço a PROPPI pela indicação e por ter representeado a área de ciências humanas da UEMS. Considero importante para dar visibilidade ao conhecimento produzido em nossa universidade”, disse o coordenador do projeto UEMS na ROTA.

A docente e pesquisadora Adriana de Fátima Gomes Gouvêa, do curso de Engenharia Florestal da UEMS/Aquidauana, também reconhece o valor da premiação, “fiquei muito feliz com a conquista, isso nos motiva e engrandece toda a comunidade acadêmica da UEMS, em especial do curso de Engenharia Florestal, no qual atuo. Trabalhar com inovação é sempre um desafio, principalmente quando pensamos que algo, de fato, pode ser útil para a sociedade e que seja sustentável”, analisa a docente da UEMS/Aquidauana.

Ela ainda complementa que, atuando na área de produtos florestais, é importante destacar que o bioma sul-mato-grossense tem uma riqueza incomparável. “Esse contexto desperta muito interesse dos setores empresariais, e isso favorece pesquisas inovadoras e sustentáveis. Essas pesquisas influenciam o crescimento, inclusive dos trabalhos, motivação perspectivas dos discentes do curso de Engenharia Florestal, da UEMS de Aquidauana”, conclui Adriana.

 

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