
PEDRO JUAN CABALLERO – O relógio marcava pouco mais de 08:00h da manhã desta terça-feira, dia 04/03 quando o pátio da Universidade Autónoma San Sebastian (UASS) se encheu de um brilho diferente. Não era apenas a luz da manhã fronteiriça, mas o reflexo do branco imaculado dos jalecos que, a partir de hoje, vestem os novos sonhos de dezenas de estudantes de Medicina.
A Cerimônia da Bata Branca, organizada pela Coordenação de Bem-Estar Estudantil, marcou o início oficial da jornada prática para os acadêmicos, um rito de passagem que simboliza a transição do papel de estudante para o de futuro guardião da saúde.
Um Protocolo de Inspiração

A abertura foi conduzida pelo mestre de cerimonia e jornalista Lile Corrêa que chamou a Dra. Vivian Pérez, encarregada do Laboratório, que preparou o terreno para uma manhã de falas potentes. A Lic. Angela Toumani, Diretora da Filial, deu as boas-vindas aos presentes com palavras que ressaltaram o compromisso humanitário da profissão.

O evento contou com uma mesa de autoridades, incluindo a Dra. Maria Miño, Dra. Michele Alvarez, Dr. Esteban Encina, Lic. Ângela Toumani, Dr. Jorge Pedra e Dr. Kevin Medina.
Bata Branca
Antes de seguirem para o juramento, um momento carregado de simbolismo parou o auditório. Em um gesto de carinho materno e institucional, a Lic. Angela Toumani realizou a entrega simbólica de um jaleco a acadêmica Victoria Galeano. O flash da fotografia capturou mais do que um uniforme; registrou a entrega de uma responsabilidade que vai muito além das salas de aula.

O Juramento e a Imposição
O ponto alto da solenidade dividiu-se em três momentos marcantes:

O Dr. Jorge Pedra, docente de práticas, realizou a leitura solene do Pergaminho, lembrando aos alunos que a medicina é, antes de tudo, uma arte de servir.

Para a Imposição das Batas, um momento de grande destaque foi protagonizado pelo Diretor de Carreira, Dr. Esteban Encina, e pelo aluno Luís Fabiano de Araújo, representando o esforço e a dedicação de todo o corpo discente.
A entrega oficial dos pergaminhos pelos docentes de prática selou o pacto ético entre os futuros médicos e a sociedade.

“O jaleco não é apenas um acessório de proteção, é um símbolo de pureza, ciência e, acima de tudo, empatia. Hoje, esses alunos deixam de apenas estudar doenças para começarem a cuidar de vidas.”, mencionou o Diretor de Carrera, Dr. Esteban Encina.



